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Trump anuncia encontro presencial com Putin na Hungria
Notícia surge depois de ambos os líderes terem falado por telefone esta quinta-feira à tarde. Negociações com conselheiros marcadas para a próxima semana.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai encontrar-se com o homólogo russo, Vladimir Putin, em Budapeste, Hungria. A informação foi confirmada pelo próprio republicano na sua rede social Truth Social, depois de ambos terem falado ao telefone esta quinta-feira à tarde.
Trump falará com Putin, enquanto Zelensky visita a Casa Branca
AP Photo/Jae C. Hong, File
Na mesma publicação, Donald Trump classificou a sua conversa com Putin como "muito produtiva". Disse que o presidente russo lhe agradeceu pela primeira-dama, Melania Trump, se ter envolvido na proteção das crianças. Além disso, falaram sobre como Trump conseguiu um acordo de paz no Médio Oriente.
Esta notícia surge um dia antes da visita do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à Casa Branca, que está prevista para acontecer amanhã, sexta-feira. Segundo adiantou Donald Trump na Truth Social, neste encontro será discutido a sua conversa "com o presidente Putin e muito mais".
Estes desenvolvimentos acontecem num momento em que a Ucrânia tem pressionado os EUA a concederem mísseis de longo alcance Tomahawk.
Na segunda-feira, Donald Trump já havia dito aos jornalistas, durante a sua viagem a Israel, que planeava discutir a entrega de mísseis Tomahawks à Ucrânia e que estava a ponderar avançar com esta ideia caso a Rússia não acabasse com a guerra em breve. "Eles querem ter Tomahawks a ir naquela direção? Não me parece. Acho que tenho de falar com a Rússia sobre isso", disse na segunda-feira. E reforçou: "Poderemos não fazê-lo, mas poderemos fazê-lo. (...) Queremos ver esta guerra terminada."
A 2 de outubro, Vladimir Putin já havia descrito esta arma como poderosa e alertou que a entrega destes mísseis à Ucrânia constitui uma ameaça para o seu país.
O fornecimento de mais armas à Ucrânia não iria terminar com o conflito, mas Volodymyr Zelensky acredita que poderia obrigar a Rússia a aproximar-se das conversações para um cessar-fogo.
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