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Trump diz que assassínio de Alex Pretti em Minneapolis está a ser investigado: "Não gosto de tiros"

Lusa 26 de janeiro de 2026 às 09:43

Presidente demonstrou disposição para retirar os agentes da cidade.

O Presidente norte-americano afirmou que está a ser investigada a morte de Alex Pretti em Minneapolis por um agente da imigração e demonstrou disposição para retirar os agentes da cidade, informou esta segunda-feira o Wall Street Journal (WSJ).
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Numa entrevista exclusiva publicada pelo jornal Wall Street Journal, Trump disse que o Governo está a investigar o incidente, no entanto, quando questionado se o agente que atirou em Alex Pretti tinha agido de forma correta, o presidente dos EUA não respondeu. "Estamos a investigar, a rever tudo e emitiremos uma resolução", disse Donald Trump, esclarecendo o que até então alguns membros da Administração tinham manifestado publicamente. Alex Pretti, , foi morto por agentes da imigração (ICE) na manhã de sábado numa rua de Minneapolis, depois de ter sido imobilizado enquanto gravava com o telemóvel os agentes durante uma manifestação contra a política migratória de Trump. O , disse no domingo que há “muita especulação” sobre se os agentes viram Alex Pretti a empunhar uma arma antes de atirar, e que os agentes “tiveram uma fração de segundo para tomar uma decisão”. No entanto, os vídeos publicados até ao momento contradizem a versão oficial.
O Departamento de Segurança Interna alegou que Pretti “resistiu violentamente” ao ser desarmado até que os agentes realizaram “tiros defensivos”, embora as imagens gravadas por transeuntes contradigam essa versão e mostrem um agente federal a disparar várias vezes contra Pretti, escreve o WSJ. Na entrevista à publicação norte-americana, Donald Trump criticou Pretti por estar na posse de uma arma: "Não gosto de tiros. Não gosto". "Não gosto que alguém entre num protesto com uma arma muito potente, completamente carregada e com dois carregadores cheios de balas. Isso também não é um bom sinal", acrescentou. Sobre uma possível retirada dos agentes do ICE, o dirigente afirmou que "em algum momento" irão sair, mas sem indicar uma data. De acordo com o WSJ, os assessores de Trump têm vindo a debater há semanas as políticas de deportação e chegaram a considerar a situação em Minneapolis como um fardo político. "Alguns membros da Administração temem que as sondagens e a opinião pública se tenham voltado contra as medidas de imigração da Administração nas cidades, e algumas discussões têm se concentrado em como continuar com as deportações sem entrar em conflito com os manifestantes", escreveu o Wall Street Journal.
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