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Mais de 30 bandas e artistas atuam entre hoje e sábado no festival Marés em Matosinhos

O festival começa esta sexta-feira com um dia voltado para o hip-hop, com Da Weasel e Plutónio em destaque. No sábado, Seal e James são os nomes mais sonantes e no domingo Calema, Danny Ocean e Ozuna.

Lusa 17 de julho de 2026 às 11:41
Da Weasel Sérgio Lemos / Sábado

O festival Marés, que decorre pela primeira vez na praia do Aterro, em Matosinhos, recebe entre esta sexta-feira e domingo mais de 30 artistas e bandas, num cartaz que inclui Da Weasel, James, Seal e Ozuna.

O recinto, que fica junto ao mar, abre às 15:00 e encerra às 03:00 com concertos espalhados pelos quatro palcos.

Além de assistir aos concertos, os festivaleiros podem ainda andar numa roda gigante ou num 'slide' que, este ano, atravessa todo o recinto.

Hoje, a abertura do palco principal cabe aos portugueses Dealema, seguindo-se o rapper porto-riquenho Myke Towers, Plutónio e, por último, Da Weasel que regressam ao festival onde atuaram, pela última vez, em 2023.

Aos restantes palcos sobem os Bandidos do Cante, Elisa, Guilherme Duarte, DJ Carolina Torres e Centro de Emprego.

No sábado, dia que está já praticamente esgotado, os protagonistas do palco principal são os portugueses Vizinhos e Diogo Piçarra e os internacionais Seal e James, estes últimos a quem cabe encerrar a noite.

Joana Almirante, Bluay, Insert Coin, David Silva e Fernando Rocha compõem o resto do cartaz dessa noite.

O festival encerra domingo, dia para o qual os bilhetes já esgotaram há alguns dias, com Soraia Ramos, Calema, Danny Ocean e Ozuna.

Os artistas Edmundo Inácio, Deixem o Pimba em Paz, Dagu, João Pinto ou Kiko is Hot espalham-se pelos restantes palcos do recinto.

A PEV Entertainment, promotora do evento, organizava desde 2007 o festival Marés Vivas em Vila Nova de Gaia, onde teve várias localizações, desde a praia do Cabedelo, a antiga seca do bacalhau e, nos últimos quatro anos, o antigo parque de campismo da Madalena.

Mas, este ano, e após uma divergência com a Câmara de Vila Nova de Gaia sobre a relocalização do festival, a PEV Entertainment mudou-se para Matosinhos e retirou o 'Vivas' do nome.

Apesar da mudança de local, o festival Marés mantém o seu ADN e a sua essência, garantiu à Lusa o presidente executivo da PEV Entertainment, Jorge Lopes.

O recinto está preparado para pessoas com mobilidade condicionada, tendo zonas de acessos específicos, casas de banho adaptadas e uma equipa para dar apoio.

Os concertos contam ainda com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e coletes de vibração para pessoas surdas.

Para o festival, a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) preparou, segundo informação na sua página oficial de Internet, uma operação especial de transporte que inclui duas linhas gratuitas de vaivém que asseguram uma ligação direta entre diferentes pontos da cidade do Porto e Matosinhos e o recinto do festival.

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