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“Uma instituição com pés de barro não resistia dois anos neste ambiente de dúvida”

Ana Taborda
Ana Taborda 18 de janeiro de 2017 às 16:57

No centro de várias polémicas e no dia do arranque do julgamento, Tomás Correia diz, em entrevista exclusiva, que o Montepio nunca foi nem será o BES, fala sobre o empréstimo de 74 milhões em investigação judicial e garante ter um projecto para ficar com o Novo Banco

"Andamos desde 2014 nesta festa", diz à SÁBADO António Tomás Correia, referindo-se às comparações do Montepio com o Banco Espírito Santo (BES). A Caixa Económica, que liderou até 2015, "nunca foi" o BES ou o Banif, defende, recusando comparações. "Uma instituição com pés de barro não resistia dois anos neste ambiente de dúvida. O Montepio tem tido capacidade de resistir." Ao longo de oito páginas, que poderá ler esta semana na SÁBADO, o presidente da Associação Mutualista Montepio, dona do banco com o mesmo nome, recusa – sempre – a palavra reestruturação, garante que a instituição vai voltar aos lucros e diz que não é "dono disto tudo nem de coisa nenhuma".

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