Tomás Correia arguido em processo sobre negócio imobiliário

Susana Lúcio 16 de fevereiro de 2017

O presidente do Montepio foi constituído arguido, juntamente com o presidente da Martifer e do ex-presidente do Finibanco, suspeitos de burla qualificada e insolvência dolosa

O Ministério Público constituiu como arguidos o presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, Tomás Correia, o presidente do grupo industrial Martifer, Carlos Martins, e o ex-presidente do Finibanco, Humberto Costa Leite, num processo que visa um negócio imobiliário em Coimbra, segundo o Público.

Em causa está a venda de um terreno de 30 hectares em Colinas de Vale Meão, em Coimbra, feita durante a Oferta Pública de Aquisição lançada em 2010 pelo banco Montepio ao Finibanco, por 341 milhões de euros, 100 milhões acima das avaliações.

Os terrenos terão sido comprados por 32,4 milhões à sociedade Vilões – detida pelo jurista Tavares de Almeida que era na altura administrador e auditor do Finibanco -, mas com um cheque sem provisão.

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