Um ano e meio depois de ter sido lançado, o Programa de Arrendamento Acessível do Estado conta apenas com 335 contratos assinados, muito longe das metas iniciais. Marina Gonçalves considera que os incentivos possíveis para convencer os proprietários já estão contemplados e recusa rever as regras.
A secretária de Estado da Habitação admite que o Programa de Arrendamento Acessível ainda não está a funcionar em pleno, mas recusa redesenhá-lo. E das rendas mais baixas que estão a chegar ao mercado, via Alojamento Local, avisa que são temporárias.
Marina Gonçalves Secretária Estado HabitaçãoLusa
O Programa de Arrendamento Acessível (PAR) foi apresentado para resolver os problemas das rendas elevadas. Mas está a dar resposta? É que olhamos para o mercado e continuamos a ver tudo menos rendas acessíveis.
Essa é uma grande evidencia. Efetivamente continuamos a não ter. Neste momento há imóveis privados que estão a ser colocados a preços mais baixos, mas é uma realidade que não nos vai beneficiar a médio prazo, porque estão apenas à espera que o turismo volte a funcionar para voltar ao alojamento local, porque são contratos de arrendamento de um ano e que não dão estabilidade.
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