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Líquidos, transparentes, baratos. Investimento em ETF pode chegar aos 25 biliões em 2030

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A procura por exchange-traded funds deverá continuar a aumentar - e também a oferta. O Treasure Department Head do Bison Bank diz que a acessibilidade destes instrumentos e o aumento da literacia financeira os tornam cada vez mais atrativos.

O ano que passou foi de recordes para os ETF (exchange-traded funds, fundos que replicam o desempenho de um índice, ativo ou cabaz de ativos). .

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E o interesse não deverá ficar por aqui. "O valor total neste momento [de dinheiro investido em ETF] anda à roda dos 15 biliões. Antecipa-se que em 2030 poderemos ter qualquer coisa como 25 biliões", explica José Pereira da Silva, Treasure Department Head do Bison Bank, em entrevista ao programa do Negócios no canal NOW.

Além do aumento da oferta, o interesse crescente por este instrumento advém das suas características: são produtos de elevada líquidez, cotados, transparentes, de custos reduzidos e fácil acessibilidade. "Se me permite uma analogia, o acesso que temos hoje em dia aos filmes e às séries através do streaming, é, no fundo, aquilo que o ETF representa, ou seja, é um instrumento que além de estar disponível de uma forma muito funcional, tem muita liquidez, tem muita transparência, tem a cotação diária", aponta.

Portugal segue a tendência mundial de procura crescente por ETF, até porque o mercado nacional é limitado. "O investidor que queira estimular os seus investimentos e a sua política de investimento tem sempre que ir para outros mercados além do doméstico de Portugal. Depois, a própria literacia financeira dos portugueses, e mais ainda nos jovens, tem sentido crescente. Sendo o ETF um produto muito acessível, faz com que Portugal seja um país típico daquilo que podemos antecipar como crescimento para o ETF", afirma Pereira da Silva.

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