Jogadores devem ser testados duas vezes se o intervalo entre os jogos exceder cinco dias.
Os jogadores da I Liga vão ser testados a covid-19 duas vezes se o intervalo entre duas partidas, das 10 jornadas que faltam, for superior a cinco dias, anunciou, esta quarta-feira, a Liga.
Em comunicado, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) detalha que foi hoje informada pela Direção-Geral da Saúde, a par da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que esta autoridade "admite, quando a periodicidade dos jogos não é superior a cinco dias, a realização de um teste laboratorial como forma precoce de identificar casos positivos" de covid-19.
Esse teste deve ser feito "o mais próximo possível do jogo", e nunca com mais de 24 horas de antecedência, e no caso de passarem mais de cinco dias desde o último jogo, "deve ser dado cumprimento ao parecer técnico da DGS de 10 de maio e realizados dois testes laboratoriais".
A I Liga vai ser reatada sob fortes restrições e sem público nos estádios em 3 de junho, com o encontro entre Portimonense e Gil Vicente, naquele que vai ser o primeiro dos 90 jogos das últimas 10 jornadas, até 26 de julho
Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.
Além do principal escalão, também a final da Taça de Portugal, entre Benfica e FC Porto, integra o plano de desconfinamento face à pandemia de covid-19, ainda em data e local a designar.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 350 mil mortos e infetou mais de 5,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
Cerca de 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.
Em Portugal, morreram 1.356 pessoas das 31.292 confirmadas como infetadas, e há 18.349 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.
Liga revela indicações da DGS para testes à covid-19 antes dos jogos
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.