Na estreia de Portugal nos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina, o português foi 91.º classificado entre 95 atletas.
O português José Cabeça mostrou-se esta terça-feira contente com a sua prestação no sprint clássico de esqui de fundo dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina2026, uma prova em que não se sente muito à vontade.
José Cabeça foi 91.º entre 95 participantesCOP/Facebook
Na estreia de Portugal em Milão-Cortina, José Cabeça foi 91.º classificado em 95 atletas presentes na qualificação de sprint clássico de esqui de fundo, depois de gastar 4.02,77 minutos para cumprir o percurso, ficando longe dos 30 primeiros, que se qualificavam para os quartos de final.
"Estou bastante contente com a minha prestação. Eu não sou um sprinter, nunca fui e uma prova desta distância é muito, muito rápida e todos os aspetos são muito importantes. E eu consegui ser consistente durante todo o sprint", assumiu.
Em declarações ao Comité Olímpico de Portugal (COP), o alentejano assumiu que "ainda há muitos aspetos a melhorar", mas lembrou que foi dos últimos atletas a se qualificar e que melhorar o lugar de entrada que tinha (93.º) "é um excelente resultado".
O alentejano, de 29 anos, volta a competir na sexta-feira, nos 10 km estilo livre, numa prova em que espera fazer melhor.
"Eu estou bastante contente e isto demonstra que o meu corpo está preparado para realmente na sexta-feira, nos 10 km, fazer algo muito, muito superior", assumiu.
Esta foi a estreia de Portugal em provas de sprint clássico em Jogos Olímpicos, com as anteriores participações em provas de esqui de fundo a serem sempre nos 15 km, com José Cabeça a ter o melhor resultado, com o 88.º lugar em Pequim2022.
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