Na sexta-feira à noite foi noticiado que, enquanto Gianni Infantino era secretário-feral da UEFA, uma mulher recebeu uma quantia de seis dígitos depois de o suposto relacionamento ter terminado.
A UEFA confirmou que um “pagamento de rescisão” foi feito a
uma funcionária que alegadamente teve um relacionamento com Gianni Infantino
enquanto este era secretário-geral da organização, no entanto a FIFA já
considerou as alegações “categoricamente falsas”.
Gianni InfantiniUlrichHufnagel
O jornal The Daily Telegraph noticiou na sexta-feira à noite
que a mulher recebeu uma quantia de seis dígitos depois de o suposto relacionamento
com Infantino ter terminado. Entretanto a UEFA confirmou, em comunicado o
pagamento, que também incluiu os custos de um mestrado, o que, segundo a entidade,
estava “em conformidade” com os regulamentos vigentes na época. “Estamos cientes
das alegações e podemos confirmar que um pagamento de saída foi feito ao indivíduo
em questão, juntamente com o pagamento das taxas de um curso de mestrada numa
escola de negócios local”, pode ler-se.
No entanto a FIFA avançou que “o presidente Gianni Infantino
nega veementemente essas alegações, que são categoricamente falsas”: “Qualquer
insinuação de conduta inadequada ou violação de estatutos ou regulamentos é
difamatória”, referiu um porta-voz da FIFA ao The Daily Telegraph. “Nenhum
funcionário da UEFA ou da FIFA jamais apresentou queixa sobre comportamento do
Senho Infantino, pois nunca houve um incidente em que ele tivesse envolvido”,
continuou. Gianni Infantino trabalhou na UEFA durante 16 anos e foi
secretário-geral entre 2009 e 2016, antes de ser eleito presidente da FIFA.
A divulgação do alegado caso surge numa altura em que a
pressão sobre Infantino, depois de o seu plano para encontrar investimento
privado para administrar as competições da FIFA. O plano foi rejeitado pela
UEFA – que achegou a dizer que os seus 55 membros iriam boicotar as competições
da FIFA até que o plano fosse descartado em permanência - e por outras confederações
continentais.
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