Empresário de Bruma: a prisão, a macumba com galinhas e os jogos no bairro Pilum

Empresário de Bruma: a prisão, a macumba com galinhas e os jogos no bairro Pilum
Carlos Torres 30 de junho de 2019

Há seis anos, Catió Baldé esteve em destaque com a saída polémica de Bruma do Sporting, acusando Bruno de Carvalho de tentar "raptar" o jogador para o obrigar a assinar novo contrato. Agora, a falhada contratação de Bruma pelo FC Porto voltou a por o empresário em evidência. Recordamos aqui a sua história

No verão de 2013, Bruma saiu do Sporting num processo litigioso que teve o FC Porto como interessado mas que acabou com o jogador no Galatasaray por 12 milhões de euros e uma cláusula anti-rivais de cinco anos colocada pelo então presidente leonino, Bruno de Carvalho.

Nessa altura, o empresário do jogador, Catió Baldé, andou nas bocas do mundo por causa da polémica saída. Foi ele que o trouxe da Guiné-Bissau para o Sporting com 13 anos e era visto como um pai para o jogador – em maio desse ano, o agente ofereceu a Bruma um Mercedes C220, no valor de 47 mil euros, um presente por ele ter tirado a carta de condução.

Catió Baldé queixou-se, mais tarde, do comportamento de Bruno de Carvalho na altura: "Nos primeiros dias de mandato de Bruno de Carvalho, em 2013, um ‘exército armado’ da Juve Leo fez um cerco a um hotel onde estava o Bruma. Viram-no e disseram-lhe que ele tinha de os acompanhar, pois o Bruno de Carvalho queria ter uma conversa", revelou o empresário, detalhando a "fuga" do agora jogador do PSV Eindhoven.

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