Sábado – Pense por si

O trágico paradoxo ucraniano

A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.

Bons costumes

Genocídio: Hamas, Israel e outros

O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

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