Diretor da PSP diz que formação de polícas terá "atenção particular" ao racismo
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Luís Neves destacou que são isolados os casos de violência policial e do alegado envolvimento de polícias em grupos nazis.
Não é possível continuar a ignorar este grito do povo angolano, que quer ser livre da pobreza, da desigualdade e da ditadura. Cinquenta anos após o 25 de Abril, os portugueses conheceram a liberdade, mas os angolanos ainda não.
Vão liderar a reforma de Estado e as polícias nacionais. São ambos próximos do PSD apesar de não serem militantes e Gonçalo Matias foi até membro de um executivo laranja no passado.
Qualquer sistema que trate migrantes como um problema a ser “despachado” para fora das nossas fronteiras trai os valores fundadores da União Europeia.
No total, a lesada irá receber uma indemnização global de 22.750, e os agentes acabaram condenados por ofensa à integridade física e abuso de poder.
Ex-candidato presidencial foi ouvido durante dez horas na Procuradoria-Geral da República moçambicana sobre a promoção de manifestações, a incitação à violência, o prejuízo para a economia e todo o tipo de distúrbios que terão resultado dos protestos.
Grande final do futebol americano realiza-se este domingo e opõe os Philadelphia Eagles aos Kansas City Chiefs. Para os americanos é o evento desportivo do ano, para o resto do mundo é um espetáculo onde o que acontece fora de campo é o mais interessante.
Em Moçambique, as imagens de uma mulher a ser socada pela polícia tornaram-se virais no dia da tomada de posse do novo presidente. Activista avançou com queixa-crime.
Desde as legislativas de outubro, a Geórgia dividiu-se quase ferozmente entre os que apoiam a manutenção da aproximação ao Ocidente e os que preferem a proteção e proximidade da Rússia.
Problemas dos bairros sociais foram discutidos em reunião. Haverá "uma grande marcha entre março e abril, e depois vai ser feita uma nova assembleia", adianta Flávio Almada, da Vida Justa.
A grande questão está em saber se a coragem de assumir posições políticas ainda vale mais pessoas nos comícios e nas urnas do que o velho truque da dramatização e do discurso de ódio.
O que disseram é, sem dúvida, ignóbil, repugnante e perigoso. Mas o discurso político é especialmente protegido, pela Constituição e pela lei. Os políticos têm liberdade de expressão reforçada, para garantir que não há “ideias proibidas”.
Hoje quero escrever a partir do caso de Tiago. É que eu não me lembro de um episódio assim em Portugal: uma legítima atitude de protesto social degenerar numa espiral de violência em que um funcionário público é imolado.
Quem está do lado da desinformação, não está no lado da democracia. Quem se alia a estas lutas e ações, não está a proteger a democracia e as pessoas. Protege apenas um grupo de pessoas fiéis a si mesmos, às suas corporações e aos seus interesses.
Iniciativa deverá dar entrada no dia 28 na Procuradoria-Geral da República.