EUA rejeitam Europa "vassala" e recusam questionar conclusões europeias sobre morte de Navalny
Marco Rubio garantiu que os Estados Unidos querem alçiados fortes.
Marco Rubio garantiu que os Estados Unidos querem alçiados fortes.
As mortes foram a principal causa de revolta dos manifestantes, que empunhavam cartazes a favor dos imigrantes e contra o ICE e Donald Trump.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
Vários líderes da extrema-direita deram esta noite os parabéns ao líder do Chega por ter alcançado votos que permitem ir à segunda volta das presidenciais.
Países nórdicos, como Suécia ou Dinamarca, poderão ter uma viragem à direita. Em França e Itália as eleições regionais servirão de indicador para as presidenciais de 2027.
Com a velocidade a que os acontecimentos se sucedem, a UE não pode continuar a adiar escolhas difíceis sobre o seu futuro. A hora dos pró-europeus é agora: ainda estão em maioria e 74% da população europeia acredita que a adesão dos seus países à UE os beneficiou.
Plano de paz propõe a adesão da Ucrânia à União Europeia dentro de pouco mais de um ano. José Filipe Pinto diz que essa data é "otimista" e enumera os vários fatores que dificultam esta adesão.
Nos próximos dez anos, ninguém nos garante que André Ventura não se tornará Primeiro-Ministro e que não tente um assalto à Constituição para construir a prometida “quarta república” onde vigorarão os tais “três Salazares”.
Comissão Europeia propôs recorrer aos ativos russos congelados após a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, para financiar um empréstimo de 140 mil milhões para a sua reconstrução.
O primeiro-ministro da Hungria justifica esta afirmação com o facto de todos os restantes países da União Europeia "serem a favor da guerra".
A notícia é que Trump não ganhou o Nobel da Paz. É um pouco como na História: sabe-se que Napoleão perdeu a guerra em Waterloo, mas poucos sabem quem foi o vencedor dessa batalha.
O líder norte-americano criticou a Rússia referindo que o país está “a lutar sem rumo há três anos e meio, uma guerra que deveria ter levado menos de uma semana a ser vencida por uma verdadeira potência militar”.
O presidente norte-americano tem a intenção de interferir ativamente nas eleições europeias, direcionar as relações transatlânticas em direções a valores mais conservadores e juntar os líderes populistas no tema da liberdade de expressão.
Donald Trump culpou a “esquerda radical” pelo tiroteio e prometeu repressão. Republicanos e Democratas já reagiram.
Sobre a situação no terreno, o chefe de Estado ucraniano disse que as forças russas estão a aumentar o efetivo de tropas no sul da Ucrânia.
França mostra-se cética quanto ao acordo, enquanto Meloni diz que é "equilibrado" e que seria pior deteriorar as relações com os Estados Unidos.