Indiscretos: o Chega pró-LGBT e o concerto de 10.000 euros de Agir e Paulo de Carvalho
E ainda a petição contra a rotunda de Otelo em Oeiras, o recrutamento de Alexandra Leitão em Bruxelas e os elogios de Galamba
E ainda a petição contra a rotunda de Otelo em Oeiras, o recrutamento de Alexandra Leitão em Bruxelas e os elogios de Galamba
A próxima biografia da SÁBADO sai a 22 de abril e conta a vida da poeta, editora, política e empresária. Foi livre como poucas mulheres do seu tempo, sedutora e desafiadora da sociedade que a tentava reduzir.
Quase três anos de pesquisa e 40 entrevistas depois, a jornalista Joana Stichini Vilela traz de volta a saga LX. Desta vez, atravessa a década do consumo: os 1.133 km de estradas da era Cavaco, a euforia da noite, as festas do novo jet set e muito mais. O lançamento do livro será no sábado (dia 18), às 18h, no Mude – Museu do Design.
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Da energia irreverente dos anos 80 à maturidade literária de 2000, três romances fixam a vida de uma autora que foi estrela, prodígio e contradição.
Bióloga de renome e escritora de grande fama, Clara Pinto Correia teve uma vida cheia e repleta de altos e baixos. Morreu aos 65 anos.
Isarel só continuará a ser uma democracia e um Estado judaico se os palestinianos tiverem a sua própria casa.
Algarvio, dirigente desportivo, ateu e comunista, não deixou nada por dizer. Cara a cara, nos jornais, na TV e na blogosfera, foi um homem de paixões e de polémicas.
"Meninas se debruçavam das janelas, subtraindo da morfologia do negro atónito resquícios de uma beleza de Apolo. E exclamaram: «Que simpático!» «Bonito, mesmo!"
Teria continuado no governo após a vitória de Ramalho Eanes nas presidenciais de dezembro de 1980? Ter-se-ia remetido ao exílio ou criado um novo partido? Ou poderia ter sido presidente da República no lugar de Mário Soares?
A posição central do Chega não pode ser o único facto político pós-eleitoral. É preciso ver mais longe, e mais perto. Não confundir a causa, a doença e a cura.
Uma maioria absoluta, casos que se sucedem, um Presidente que desgasta o Governo, uma oposição que não se afirma. Onde é que já vimos isto?
Começou por defender o PS na blogosfera, sentou-se na Assembleia e entrou no Twitter. Depois foi para secretário de Estado (mas as polémicas não terminaram). Esta quarta-feira toma posse como ministro das Infraestruturas.
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Semana após semana, a doutora Varela desafia o bom senso como um cego que jura ler o Ulisses de Joyce sem recurso ao braille. Será que não se arranja uma coleta para que a doutora Varela vá envelhecer de bicicleta para a Alemanha?
Desconcerta ver agora Miguel Sousa Tavares a queixar-se da intolerância alheia e, rodeando-se de mel e borboletas, intitular-se pacifista, quase um monge budista. Porque a verdade é que não consegue suportar a frustração e as contrariedades. As críticas irritam-no.