Porque uma economia favorável não trava o populismo
Um dos melhores ciclos económicos na nossa democracia convive com a ascensão da direita radical populista. Parece um contrassenso, mas não é.
Um dos melhores ciclos económicos na nossa democracia convive com a ascensão da direita radical populista. Parece um contrassenso, mas não é.
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
As apps de encontros estão a perder utilizadores. A nova geração procura relacionamentos em festas, bares e outros encontros presenciais, como acontecia antes da Internet.
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Luís Montenegro deixou ainda uma palavra especial "aos que se encontram sozinhos ou que vivem momentos de maior fragilidade".
As brincadeiras fazem-se com elfos que ganham vida no Natal e peluches conversadores. Nos TPCs, o algoritmo também ajuda. Histórias de quem adere, com muita cautela. Especialistas alertam para os riscos de dependência de feedback imediato.
Presidente ucraniano admitiu um sufrágio nos “próximos 60 a 90 dias", mas o politólogo José Filipe Pinto considera o prazo demasiado ambicioso.
São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.
O porta-voz do Livre considera que as medidas do novo pacote laboral são "um mau presente para cada trabalhador".
Em declarações aos jornalistas durante uma visita ao evento “Óbidos Vila Natal”, o candidato apoiado por PSD e CDS-PP disse ainda que “é uma boa notícia para o Governo, porque obviamente que reconhece o acerto de várias decisões governativas”.
Primeiro-ministro afirma que distinção é "uma justa aclamação do mérito e do trabalho dos portugueses".
Não se regem pelas regras do jornalismo, mas (des)informam multidões que os acompanham reli giosamente pelas redes — e começam a competir com os media tradicionais.
O símbolo de uma gerontocracia? No mês em que 2,3 milhões de reformados recebem outro bónus haverá milhares de alunos sem professores no regresso às aulas.
Um mundo menos democrático e menos livre é um mundo mau para a UE e para os europeus e, principalmente, para todos aqueles que sofrem na pele as arbitrariedades do poder.
Mais do que uma medida económica, as tarifas são arma geopolítica com um potencial de “pensamento mágico” para o universo simplista e maniqueísta da esfera Trump. Há uma revolução em curso – e não é inteligente continuar a acreditar numa “moderação” de quem, em Washington, quer rebentar com alianças permanentes. O comércio internacional, enquanto o conhecíamos, acabou. Vem aí inflação alta e risco de recessão.
Trump não quer tropas norte-americanas e não quer a bandeira da NATO na garantia de segurança à Ucrânia. Ora, com tropas europeias a assumir esse papel, sem qualquer respaldo dos EUA, isso é o fim da NATO. Putin agradece e só terá de esperar uns anos para alargar a sua agressão. As cartas estão lançadas.