Papa condena legalização do aborto e eutanásia "sob o pretexto de falsa compaixão"
“É impossível considerar normal o ato de pôr fim a uma vida. O que é legal não é necessariamente moral”, afirmou o Papa.
“É impossível considerar normal o ato de pôr fim a uma vida. O que é legal não é necessariamente moral”, afirmou o Papa.
Entretidos com o fumo e o fogo, os funcionários não deram pela entrada triunfal de mais um cliente
Foi muito mais do que "A Gente Vai Continuar", "Bairro do Amor", "Frágil" ou "Encosta-te a Mim", o inesperado êxito tardio. Eis uma viagem pela carreira de Jorge Palma em 16 canções.
O momento ficou captado em vídeo e guardado na minha memória: o músico, acompanhado por João Gil, brincou com a rivalidade entre clubes.
A esplanada ainda estava longe do seu auge, pelo que era possível praticar nela um desporto nacional: a escuta ativa
Os miúdos usam uma espécie de "dialeto secreto" que os mais velhos não entendem e isso dá-lhes gozo. Em vez de ignorar ou de revirar os olhos, os pais devem querer saber o significado
O actor e realizador norte-americano fez 100 anos a 28 de junho. Filho de imigrantes judeus, veterano da Segunda Guerra Mundial e mestre da paródia, transformou a comédia num acto de sobrevivência.
Há ternura, empatia, atualidade e humor no quinto filme da saga, que, neste novo capítulo - nos cinemas esta quinta-feira, dia 18 - não perde um milímetro de identidade.
O novo filme de Steven Spielberg mostra que o cineasta de "Tubarão" e "E.T." continua a ser um grande contador de histórias. Estreia esta quarta-feira, dia 10, em Portugal.
A voz dele era um concentrado de ternura diluído nas palavras que ele parecia querer usar com muito cuidado ao telefone
[Em Projecto Global], as personagens têm a profundidade emocional de um pneu, com duas excepções: Rosa e Jaime. Com muito pouco, Jani Zhao e Rodrigo Tomás fazem muito. Um brinde aos actores.
A mais recente longa-metragem do realizador italiano é um retrato profundo, contemplativo e íntimo dos últimos meses da vida política de um Presidente da República fictício que podia ser real.
Quando deixou o futebol nunca imaginou que viria a ter uma carreira na televisão, mas tornou-se um dos rostos mais populares. Não se considera humorista, mas põe o País a rir com as suas histórias.
A conversa foi parar ao meu maior pesadelo na cozinha: a panela de pressão.
Na peça de Lot Venkemans, os atores regressam a um passado comum. João Lourenço encena, no Teatro Aberto, este texto sobre dor, perda e um antigo casal que se afastou. Estreia a 19 de março.
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida