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“La Grazia”. Sorrentino reencontra a forma num drama político sobre ética e poder

A mais recente longa-metragem do realizador italiano é um retrato profundo, contemplativo e íntimo dos últimos meses da vida política de um Presidente da República fictício que podia ser real.

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“La Grazia”. Sorrentino reencontra a forma num drama político sobre ética e poder
Ângela Marques 14 de abril de 2026 às 17:00
O filme tem sido descrito como uma longa e bela meditação
O filme tem sido descrito como uma longa e bela meditação Andrea Pirrello

A crítica garante que Paolo Sorrentino reencontrou a sua voz em La Grazia - que o tom do novo filme é grave mas não soturno e que a narrativa é calma daquele modo que não anuncia uma tempestade. O mais recente filme do realizador de (2013), A Juventude (2015) e (2021), La Grazia, tem sido descrito como uma longa e bela meditação. E, de facto, são 2h12m de filme. Numa espécie de drama presidencial, Toni Servillo é um Presidente da República Italiana prestes a dizer arrivederci.

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