A épica sobremesa portuguesa chegou ao Masterchef Austrália
11 de fevereiro de 2016 às 12:00Marco Alves
A mais recente longa-metragem do realizador italiano é um retrato profundo, contemplativo e íntimo dos últimos meses da vida política de um Presidente da República fictício que podia ser real.
A crítica garante que Paolo Sorrentino reencontrou a sua voz em La Grazia - que o tom do novo filme é grave mas não soturno e que a narrativa é calma daquele modo que não anuncia uma tempestade. O mais recente filme do realizador de A Grande Beleza (2013), A Juventude (2015) e A Mão de Deus (2021), La Grazia, tem sido descrito como uma longa e bela meditação. E, de facto, são 2h12m de filme. Numa espécie de drama presidencial, Toni Servillo é um Presidente da República Italiana prestes a dizer arrivederci.