"Urânio!", um thriller jurídico na paisagem alentejana
O novo livro de Carlos Rayo, que chegou em maio às livrarias, revela uma personagem peculiar: Naty Colete, uma advogada que se vê numa encruzilhada em Nisa, no Alentejo.
O novo livro de Carlos Rayo, que chegou em maio às livrarias, revela uma personagem peculiar: Naty Colete, uma advogada que se vê numa encruzilhada em Nisa, no Alentejo.
Cinco dos crimes são de tentativa de homicídio.
A maioria do dinheiro conquistado alegadamente através de burlas terá sido gasto em jogo - online e em casinos - pelo homem, que estava preso preventivamente aquando da acusação do Ministério Público.
Terão sido efetuados "vários disparos" no interior e nas imediações do edifício.
Dois historiadores, Luís Nuno Rodrigues e Maria José Oliveira, escreveram livros essenciais para a história contemporânea de Portugal.
Estão fortemente indiciados pela prática de um crime de homicídio na forma tentada, um crime de ofensas à integridade física qualificada, um crime de detenção de arma proibida e um delito por condução de veículo sem habilitação legal.
Segundo a PJ, "durante a intervenção policial, este reagiu a tiro, utilizando uma espingarda caçadeira, que detinha ilegalmente, atingindo dois militares nos membros superiores".
A decisão do Ministério Público (MP) surge um dia depois de o coletivo de juízes ter considerado a acusação "inválida" e, como tal, tida como "improcedente".
Rui Pinto respondia por mais de 200 crimes, entre os quais acesso ilegítimo qualificado, crimes de violação de correspondência agravados e crimes de dano informático.
O advogado admite que a conduta do seu cliente "é muito censurável", o que o próprio reconhece, mas sublinha que a ação não tem a "conotação ideológica" nem as "intenções concretas" que lhe têm sido atribuídas.
Nuno Pardal Ribeiro foi condenado pelo Tribunal de Cascais a uma pena de prisão suspensa por crimes de prostituição infantil.
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.
Os dois suspeitos, de 20 e 39 anos, terão usado uma arma de fogo na sequência de uma discussão entre dois grupos na via pública.
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Para muitos de nós, será estranho imaginar a vida pública sem Marcelo e a forma expressiva com que traduz a atualidade. Era – e continuará a ser – uma espécie de avô da nação.
Na quarta-feira, as autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, em Lisboa.