Patrick Bringley: "Uma das coisas maravilhosas do museu é o facto de permitir escapar à política, a Trump, Trump, Trump..."
Perante a atrocidade da morte do irmão, o autor precisou de estar rodeado de arte para fazer o luto e enfiou-se no MET. O processo demorou uma década e resultou num livro em que um dos maiores museus do mundo é analisado da perspetiva de um vigilante