Os limites da era Marcelo
Para muitos de nós, será estranho imaginar a vida pública sem Marcelo e a forma expressiva com que traduz a atualidade. Era – e continuará a ser – uma espécie de avô da nação.
Para muitos de nós, será estranho imaginar a vida pública sem Marcelo e a forma expressiva com que traduz a atualidade. Era – e continuará a ser – uma espécie de avô da nação.
Chegou antes de Marcelo às zonas afetadas pelo temporal. No carro, telefona a autarcas, seguradoras, empresários e bombeiros. Decidiu sozinho deslocar-se ao terreno. Planeia em silêncio, mas precisa do contacto com a população. Os dias em que Seguro afinou a sensibilidade presidencial.
Sob gritos de "A 8 de fevereiro, Ventura é primeiro", o candidato apoiado pelo Chega insistiu que os partidos do "sistema" estão a dificultar o voto dos emigrantes.
O artista escolheu um dos pratos do dia da Padaria do Povo para o jantar em que acompanha, distraído, os resultados da sua candidatura presidencial. Ter ficado entalado entre António Filipe e Jorge Pinho, com um pouco mais do que 1% dos votos, parece satisfazê-lo...
É a mesma data desde 1986, ano em que Mário Soares tomou posse como o 17.º Presidente da República.
Talvez sem o querer, Marcelo fez de Gonçalo Mendes Ramires, esse fidalgo hesitante, mais enamorado da retórica do que da ação, um espelho involuntário do seu próprio percurso presidencial.
A introversão não é defeito, é um Superpoder no ambiente certo! De certeza conhece pessoas introvertidas poderosas, como Albert Einstein, Warren Buffett, Bill Gates ou Mark Zuckerberg.
Licenciou-se em Química, estudou Belas Artes, tornou-se astrólogo, fez milhares de mapas astrais, mas teve de parar. Dedicou-se à pintura, sem nunca abandonar a astrologia. Pelo 30.º ano consecutivo, acaba de publicar o guia astrológico para 2026.
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.
André Ventura apontou que, numa campanha eleitoral para as presidenciais existem apoios dos partidos, para quem os tem, mas também "donativos de pessoas individuais, até aos montantes que a lei prevê".
Abre-se um novo capítulo para a discoteca do armazém portuário, que vincou a noite da capital ao longo de 27 anos. A marca, criada por Manuel Reis e perpetuada por um coletivo de funcionários leais, terá novo patrão. É irlandês, chama-se John Darling e garante à SÁBADO “honrar o legado” do fundador. Veremos.
A visita do jogador argentino ao Salt Lake Stadium, em Calcutá, acabou por durar apenas 15 minutos, com este a abandonar o recinto depois de ter sido constantemente rodeado de pessoas a tentarem tirar selfies. Seguiram-se momentos de revolta, com muitos objetos a serem arremessados para o relvado.
A atração da tomada de posse do novo executivo da câmara de Lisboa
Cada vez mais famosas assumem os tratamentos – com preços que atingem €7 mil – nas redes sociais, através de parcerias com clínicas. Os jovens começam a entrar nesta maratona de fundo, que nem sempre tem bons resultados. Cirurgiões alertam para os exageros e psicólogos para problemas de autoestima, agravados pelo espelho virtual.