Ciberataque expõe na Internet dados não classificados das secretas portuguesas
Segundo o Sistema de Informações da República Portuguesa.
Segundo o Sistema de Informações da República Portuguesa.
Há 14 portugueses identificados como alvo. Um canal de propaganda russa divulga informação sensível e confidencial sobre esses militares. O Repórter SÁBADO sabe que este fenómeno está a ser monitorizado pelas secretas portuguesas.
Há 14 portugueses identificados como alvo. Um canal de propaganda russa divulga informação sensível e confidencial sobre esses militares. O Repórter Sábado sabe que este fenómeno está a ser monitorizado pelas secretas portuguesas. Uma reportagem para ver esta noite, no NOW.
Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.
As listas autárquicas acolheram elementos de extrema-direita vindos do Ergue-te/PNR e do movimento Reconquista, entre outros. Afonso Gonçalves, líder do Reconquista, foi sugerido para Lisboa e falou com ministro-sombra de Ventura.
A caminho do terror, Osama bin Laden cumpriu uma paragem por Lisboa. Anos antes dos ataques do 11 de Setembro, o fundador e líder histórico da Al-Qaeda viajou até Portugal para estabelecer contactos misteriosos com pessoas e instituições. A SÁBADO conta tudo.
Está a circular nas redes sociais um documento forjado das secretas portuguesas com um alegada operação contra o líder do Chega. O Sistema de Informações já fez uma participação à Procuradoria-Geral da República.
Imitam movimentos estrangeiros, têm treino para o caso de serem detidos e apoio jurídico, começaram com ações pacíficas mas radicalizaram-se. Entregaram a Matos Fernandes um panfleto em que o ameaçavam de morte. Dão palco aos jovens, mas há adultos na sombra.
Primeiro-ministro acusou o PSD de usar o SIS para combate político.
A intervenção do SIS para recuperar o computador de Frederico Pinheiro trouxe para a ribalta a atuação dos oficiais de informações do SIS. Treinados para realizar operações clandestinas, os agentes dos “serviços” atuam na fronteira da legalidade – ou mesmo ultrapassando-a, segundo relatos de ex-responsáveis.
Sónia Pereira foi chamada ao parlamento para ser questionada sobre a receção a refugiados ucranianos na Câmara Municipal de Setúbal por funcionários alegadamente pertencentes a associações próximas do regime do presidente russo, Vladimir Putin.
Pavlo Sadokha, presidente da Associação de Ucranianos em Portugal, tem sido ameaçado por pró-russos que prometem cortar-lhe a cabeça. Embaixada da Ucrânia foi contactada pelo mesmo homem.
Pode um procurador abrir um processo-crime, mandar gravar os telefonemas do presidente do Conselho de Fiscalização do SIS e SIED, arquivar o caso e publicamente ninguém saber porque o fez? Pode.
Ex-eurodeputada foi chamada a prestar declarações no processo dos oito portugueses acusados por terrorismo. Também a chefe das secretas, Graça Mira Gomes, foi ouvida no inquérito.
Assumem identidades falsas e até podem fabricar uma carreira como médico ou professor. Montam acções de vigilância e juntam-se em grupos de três para seguirem discretamente os suspeitos. O dia-a-dia dos agentes secretos portugueses.
Os casos que mais impressionaram a jornalista Lucília Galha no artigo de capa sobre as terapêuticas alternativas aconteceram com crianças: há pais que recusam dar antibióticos aos filhos e preferem remédios naturais que mais não são do que água com açúcar