As reações à nomeação de Luís Neves como MAI (e o silêncio do PSD)
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão
Seguro conheceu a mulher na discoteca, Ventura no café perto da igreja e Marques Mendes na escola. Margarida, Dina e Sofia também podem chegar Belém.
Os que se agarram ao telefone e às redes sociais, os ideólogos, os estrategas e os convocados para ir à televisão. Quem é quem nas tropas dos cinco principais candidatos.
O médico e candidato à câmara de Vila Nova de Gaia Horácio Costa é conhecido pela sua excentricidade.
Deputados, ex-dirigentes do PSD e CDS, candidatos autárquicos e alguns (mas poucos) independentes. Ventura tem acertado nas últimas horas o elenco do que seria um executivo Chega.
Miguel Corte-Real negociou a compra, conduz o automóvel do jornal e é ainda destacado na primeira página do semanário. O amigo Jorge Teixeira é o dono.
Deverão ser seis os candidatos à presidência do Benfica, cujas eleições decorrem em outubro. Luís Filipe Vieira vai avançar contra Rui Costa e já tem um trunfo de peso: o treinador Sérgio Conceição.
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Ventura “está a trabalhar” em nomes para um governo-sombra, diz à SÁBADO. Depois, pensará em altos cargos do Estado. Agora promovido a segunda força, começou a caça aos independentes.
Durão foi para Bruxelas, o único governo com um primeiro-ministro que não passou por eleições durou cinco meses e o Presidente Sampaio tomou duas decisões polémicas. Pelo meio, e já alvo de uma investigação judicial iniciada nesse ano, subiu quem marcaria o futuro: José Sócrates.
Golpe das “forças vivas”? Não há. Mas deputados da Madeira ameaçam revolta e Gomes da Silva fez um manifesto. Direção laranja mantém-se “inamovível”.
O PSD, naturalmente, fará o que entender. Mas estranho que os “notáveis” não antecipem os efeitos de levarem os nubentes ao altar. Criticar o “não é não” de Montenegro é legítimo e, para muitos, inevitável. Mas fazer de conta que não existiu é um convite ao suicídio.
O manifesto "Portugal em Primeiro" procura "uma solução governativa à direita, sem medos e muito menos condicionada por aquilo que deseja a extrema-esquerda".
André Ventura pondera avançar para uma comissão de inquérito aos negócios do lítio e hidrogénio, exige ser ouvido na formação do governo da AD e quer ficar com a sala ocupada pelo PCP ou pela IL no parlamento. A Luís Montenegro já enviou uma SMS: “Temos a chave para uma solução estável para o País.”