Líder do PS considera "ridículas" insinuações sobre coligação com o Chega
Para José Luís Carneiro, o país assistiu a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral.
Para José Luís Carneiro, o país assistiu a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
Proposta de lei de revisão tem em vista mais de 100 alterações ao Código do Trabalho, depois de não ter sido alcançado um acordo na Concertação Social.
Na terça-feira, Luís Montenegro reuniu-se - pela segunda vez em menos de uma semana - com o líder do Chega .
As principais exigências do Parlamento incluem um mecanismo de proteção com cláusula de caducidade, disposições para revisão do acordo e salvaguardas contra a imposição de novas tarifas pelos Estados Unidos.
No entanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros defende que uma eventual revisão só deveria ser feita após terminado o atual conflito no Médio Oriente.
A revisão deste regime feita pelo Governo, argumentou, "para além de consagrar todos os aspetos negativos que o RJIES tinha, ainda os vai aprofundar mais".
Para o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, "há um passo em frente para uma revisão constitucional alinhada entre a extrema-direita e o PSD".
Mariana Leitão pediu seriedade aos partidos.
Manifestaram vontade de concluir o processo até ao final da próxima sessão legislativa.
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
Proposta foi aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
O documento de julho do ano passado (com algumas alterações) foi aprovado em Conselho de Ministros. Reforma foi aprovada com reforço das licenças parentais e mais dias de férias.
Anúncio foi feito pelo primeiro-ministro.
A 29 de março, motoristas e operadores TVDE protestaram em Lisboa unidos na reivindicação de três pontos-chave: defesa do aumento das tarifas por parte das plataformas, contra a intenção de, na revisão da lei 45/2018, os táxis fazerem TVDE e na chamada de atenção ao Governo para um apoio ao combustível.