Almada: Situação de alerta no município prorrogada até 31 de agosto
As reservas médias de água em Almada estão atualmente nos 78%, de acordo com a última informação oficial referente ao dia 30 de julho.
As reservas médias de água em Almada estão atualmente nos 78%, de acordo com a última informação oficial referente ao dia 30 de julho.
Na sequência dos cortes no abastecimento de água à população.
Será apresentada pelo PSD, que responsabiliza a autarquia pelas falhas no abastecimento de água no concelho.
As intervenções implicaram "trabalhos de escavação e drenagem, restabelecendo as condições de funcionamento da infraestrutura e eliminando situações de desperdício".
Cortes vão realizar-se no Pragal, Almada, Cacilhas, Ramalha, Cova da Piedade, Bairro da Cova da Piedade e Centro Sul.
Apenas um dos doze reservatórios tem um nível "excelente", com reservas de água a 87% da capacidade total.
Embora a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos e os SMAS garantam a qualidade da água, o BE teme que "a ausência de pressão interna" nas tubagens facilite "a infiltração de águas exteriores e potenciais contaminantes".
Autarquia diz ter-se apressado a concluir um furo já em construção para reforçar o abastecimento de água à freguesia de Corroios, contígua ao concelho de Almada.
Inês de Medeiros garante que atuou de imediato assim que percebeu que o consumo de água estava a registar um aumento anormal, "porque a fissura de um furo pode demorar cerca de dois meses a ser feito".
Com dois novos furos a injetarem água na rede pública.
Câmara Municipal está a tentar restabelecer as reservas de água.
"O restabelecimento do abastecimento será efetuado de forma gradual, pelo que a reposição da água poderá chegar à torneira em momentos diferentes dentro das zonas afetadas", afirmam Câmara de Almada e os SMAS.
Numa altura de elevadas temperaturas e forte afluência de turistas à região.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação não confirmou, no entanto, o valor da atualização, justificando que "está em processo legislativo", que espera concluir ainda durante o mês de julho.
Abandonou-se o antigo modelo de interdição e inabilitação, mais estigmatizante, para criar um sistema que respeita a dignidade e a autonomia da pessoa, limitando apenas aquilo que for estritamente necessário.
Nos últimos meses, várias denúncias de violência e abusos em creches vieram a público, levantando dúvidas sobre os mecanismos de prevenção e fiscalização nestas instituições.