Nuno Melo escusa-se a falar sobre eventual envio de militares portugueses para a Gronelândia
Ministro da Defesa diz que não tem mandato para se pronunciar sobre o tema.
Ministro da Defesa diz que não tem mandato para se pronunciar sobre o tema.
António Nunes lamenta o sucedido e não tem dúvidas de que se tratou de um ato isolado. Mas deixa um aviso: "Se houver culpados terão de ser punidos".
Conhecido como "sombra", o irmão de Yahya Sinwar tem sido o responsável pelo recrutamento do grupo armado de Gaza nos últimos meses.
"O militar foi de imediato evacuado, em ambulância, para o Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada", adianta nota oficial do Exército.
O decreto assinado por Putin prevê aumentar o número de soldados em quase 180 mil efetivos. Exército passará a ser de 2,38 milhões de militares, incluindo pessoal administrativo.
De acordo com Kiev, a Rússia perdeu também mais de 8.500 tanques, quase 16.500 veículos blindados de combate, 17.000 sistemas de artilharia e quase 700 aeronaves e helicópteros.
Por todo o País, há ambulâncias dos bombeiros voluntários a prestar serviço ao INEM sem a formação exigida. “Estamos a pôr em risco milhares de vidas”, diz à SÁBADO um responsável.
Os seminaristas ultraortodoxos passaram as últimas décadas isentos do serviço militar obrigatório. A decisão do Supremo Tribunal aumenta a pressão sobre Netanyahu uma vez que dois dos partidos que pertencem à sua coligação são ultraortodoxos.
Newsletter de quinta-feira, dia 22 de fevereiro
Ex-militar português da Polícia do Exército rumou à Ucrânia para combater os invasores russos. Dois anos depois, dá à SÁBADO o seu testemunho de guerra — e como é estar a 20 metros do inimigo.
A Ucrânia sobrevive às sucessivas campanhas de bombardeamento e incursões graças ao auxílio ocidental e a uma enorme sangria militar. A paz continua a ser uma perspetiva distante.
'João' juntou-se à Legião Estrangeira ucraniana para combater invasores russos. Agora está no Batalhão Azov — e garante que não viu "um único nazi". É o testemunho de um português a combater na Ucrânia.
O plano passa pela utilização de empresas de recrutamento para serviços mais especializados e a garantia de que aqueles que não querem ir para a linha da frente podem também ter um papel no exército.
Na realidade, trata-se apenas de dilemas pessoais. O próximo marabuto coloca em prática toda a argúcia apreendida durante o treinamento, rapidamente concluindo que, entre não ser remunerado e enviado para os confins do deserto combater ou ficar pelo ar condicionado da capital, a opção torna-se óbvia.
Esta não foi a primeira vez que o poder político, sem qualquer pudor e sem tentar sequer mascarar os seus actos, tentou intimidar e condicionar órgãos de informação.
A intervenção do SIS para recuperar o computador de Frederico Pinheiro trouxe para a ribalta a atuação dos oficiais de informações do SIS. Treinados para realizar operações clandestinas, os agentes dos “serviços” atuam na fronteira da legalidade – ou mesmo ultrapassando-a, segundo relatos de ex-responsáveis.