Brisa não pede compensação pela derrocada na A1: "Não queremos penalizar contribuintes portugueses"
As obras de reconstrução no troço da A1, na sequência da rutura de um dique no Mondego por causa do mau tempo, superam os três milhões de euros.
As obras de reconstrução no troço da A1, na sequência da rutura de um dique no Mondego por causa do mau tempo, superam os três milhões de euros.
O Banco de Fomento está a negociar o aumento das linhas para a reconstrução na sequência da tempestade para 3 mil milhões de euros. Já contratou 479 milhões de euros em crédito a empresas afetadas pela tempestade e tem outros 269 milhões em processo de contratação.
Afeta um terço dos portugueses e milhões em todo o mundo, agravando-se em situações de calamidade. E ainda: as teorias da conspiração; o percalço que (não) afetou a reportagem sobre a reconstrução de casas destruídas pelos temporais
Leonilde conta com uma equipa para lhe recuperar o telhado, assim como Adriano pede ajuda para eliminar as poças em casa. Em dias chuvosos, a SÁBADO viu todos no terreno. Veja o vídeo.
Segundo a Brisa, no total, foram utilizadas "mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão do aterro"
Após parte da principal autoestrada do país ter ruído devido às cheias no Mondego, os trabalhos de recuperação decorrem de forma contínua. Mas, a Brisa adverte que as obras se vão prolongar por algumas semanas.
Depressão de 27 de janeiro afetou 101 postes de muito alta tensão e deixou fora de operação 774 quilómetros de linhas, diz o operador da rede de transporte. Reposição total das infraestruturas deverá demorar várias semanas.
Primeiro-ministro esteve este sábado na Régua.
A plataforma está disponível, desde quinta-feira, no sítio na Internet da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, em www.ccdrc.pt.
Em reunião do conselho de ministros, foi decidido prolongar a situação de calamidade até dia 15 de fevereiro.
Depressão Leonardo está a afetar o país.
André Morais sublinhou, na noite desta segunda-feira no NOW, que não existe capacidade de resposta em Portugal para a reconstrução dos bens danificados pela recente tempestade Kristin.
Líder do Chega considerou que "as pessoas já estão numa situação dramática e trágica" e que "estar-lhes a pedir que paguem um imposto sobre a reconstrução da sua casa é uma coisa absolutamente imoral".
Até às 15h30 deste domingo chegaram 42 feridos àquela unidade hospitalar.
Conselho de Ministros terá lugar a partir das 10h00.
Para ajudar à reconstrução das regiões afetadas pela tempestade Kristin.