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Que novos partidos podem surgir em Portugal nos próximos anos?

Que novos partidos podem surgir em Portugal nos próximos anos?

A ambição para a criação de novos partidos que consigam chegar à Assembleia da República existe e há quem se comece a posicionar para lhes dar forma. São os casos de Miguel Milhão, dono da Prozis, ou Afonso Gonçalves, do movimento de extrema-direita Reconquista. O jornalista Alexandre R. Malhado, da SÁBADO, explica tudo.

Alexandre R. Malhado e Rita Rato Nunes

Os novos partidos à espreita

Movimento à direita do Chega equaciona rivalizar com Ventura. Miguel Milhão ambiciona criar o “Quinto Império” e ativistas do resgate de animais aguardam deslize do PAN.

Parem de dizer que "a Ucrânia já perdeu a guerra"

Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.

Livros sobre remigração, Portugal e Trump
Alexandre R. Malhado

O submundo das editoras extremistas

Entre movimentos de extrema-direita, surgem novos projetos editoriais. E antigo dirigente de organização na mira da Europol lançou livro aplaudido por deputados e assessores do Chega.

Alexandre R. Malhado

Chega em defesa da remigração

Dirigentes do Chega têm apoiado a deportação forçada de imigrantes legais. Pacheco de Amorim recebeu ativista de extrema-direita e o partido fez-se representar numa cimeira extremista.

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