Sábado – Pense por si

As festas do Lux eram épicas, sobretudo as de aniversário e passagem de ano. Nem faltou a estrela do burlesco, com Dita Von Teese (canto inferior dt.º)
Raquel Lito

Lux muda de mãos: irlandês toma conta da icónica discoteca lisboeta

Abre-se um novo capítulo para a discoteca do armazém portuário, que vincou a noite da capital ao longo de 27 anos. A marca, criada por Manuel Reis e perpetuada por um coletivo de funcionários leais, terá novo patrão. É irlandês, chama-se John Darling e garante à SÁBADO “honrar o legado” do fundador. Veremos.

A última greve geral conjunta aconteceu em 2013.
Bruno Faria Lopes

UGT e CGTP representam 7% do privado (e não mostram as suas finanças)

A central sindical que o Governo procura convencer para aprovar a reforma laboral, a UGT, não representa muito mais do que 2% dos trabalhadores do privado. CGTP tem situação financeira mais sólida, mas nenhuma central publica as contas (ou aceita dar acesso). As duas mantêm contactos informais antes da primeira greve geral conjunta em 12 anos.

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Manuel António Mota com a mulher e os filhos. Nos anos 60 chegava a estar seis meses fora
Fernando Esteves

As aventuras da família Mota

Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.

Ana Taborda

Os testamentos de Francisco Pinto Balsemão

Fez seis testamentos ao longo da vida, o primeiro quanto tinha 28 anos. No último e definitivo, que assinou em 2020, deixou a casa na Quinta da Marinha à mulher, a Impresa aos filhos e mais de 100 mil euros a várias pessoas - uma delas o motorista José Sousa, com quem trabalhou 33 anos.

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Luís Filipe Borges
Luísa Oliveira

“Comprei o primeiro descapotável aos 26 anos”

Já mostrou, tal como queria, que é muito mais do que o Boinas. Enquanto, no palco, trata da crise da meia-idade a rir, atrás das câmaras realiza o sonho de dirigir um filme sobre a sua terra.

Susana Lúcio

Os animais são um (grande) negócio

A faturação das clínicas aumentou 46% em dois anos – os donos procuram mais e melhores tratamentos e há grupos económicos que dominam o mercado.

Muitos portugueses escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda
Bruno Faria Lopes

"Retornados": histórias dos que não voltaram a Portugal

Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.

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