Detenções em protesto pró-Palestina em Sydney
Grupos de manifestantes foram detidos durante uma manifestação de apoio à Palestina em Sydney, na Austrália.
Grupos de manifestantes foram detidos durante uma manifestação de apoio à Palestina em Sydney, na Austrália.
O plano, segundo a acusação, chamava-se "Operação Sol da Meia-Noite" e previa a colocação simultânea em cinco locais diferentes, no dia 31 de dezembro, de mochilas contendo explosivos artesanais.
Apesar de não terem sido avançadas as motivações foram descritos como sendo membros do grupo pró-Palestina Frente de Libertação da Ilha da Tartaruga.
Uma mensagem pró-Palestina e a atacar o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, foi reproduzida nos sistemas de som dos terminais de alguns aeroportos dos EUA. As autoridades já estão a investigar.
Cerca de mil manifestantes noruegueses pró-Palestina marcharam até ao estádio Ullevaal, em Oslo, para contestar a presença da seleção de Israel no jogo de qualificação para o Mundial 2026.
Ativistas foram detidos durante um protesto pacífico e silencioso esta tarde.
Manifestantes pró-Palestina, essencialmente estudantes, entraram esta quinta-feira em confrontos com a polícia quando tentavam entrar na estação central de Bolonha, Itália. Os manifestantes mostravam o seu apoio à Flotilha Global Sumud.
Os manifestantes bloquearam o pelotão de ciclistas na última etapa da prova.
Obra surgiu como reação à detenção de quase 900 manifestantes pró-Palestina em Londres. A polícia já abriu uma investigação.
Incidentes com manifestantes pró-Palestina têm obrigado a alterações na prova de ciclismo.
Dezenas de pessoas reuniram-se, na terça-feira, em frente ao Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, no Brasil, para protestar contra o apoio de Donald Trump a Israel e contra as tarifas impostas pelo presidente norte-americano às importações brasileiras.
Dezenas de milhares de manifestantes pró-Palestina, caminharam neste domingo na ponte do porto de Sydney em um protesto que paralisou o local emblemático.
O autarca de Faro fala num "lapso involuntário" de uma funcionária da câmara, e ativou mecanismo de resposta ao incidente.
Grupo disse ter como objetivo interromper "a participação direta da Grã-Bretanha na prática de genocídios em todo o Médio Oriente".
"Perante a catástrofe que está em causa, é natural que pessoas, jovens e mais velhos, se levantem desta forma", reagiu Rangel depois de ser interpelado por manifestantes.
Marcelo tentou puxar para si a manifestante, colocando-lhe a mão em torno do pescoço, tendo a mulher respondido: "Não, não me agarre o pescoço, senhor Presidente".