O partido-Estado
Misturar agenda governamental com agenda partidária é coisa de caciques, não de estadistas.
Misturar agenda governamental com agenda partidária é coisa de caciques, não de estadistas.
Rui Cristina deixa apoios de praia caducar: estão num limbo legal. Pediu uma auditoria que recusou pagar e a conta passa de €100 mil. Mas anda em cima do nível de som dos karaokes.
Pedimos a três analistas políticos para avaliar os governantes tendo em conta as medidas executadas, a capacidade de comunicação e de gestão de crise. Miranda Sarmento vence pela postura “serena e pelo excedente orçamental”. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, é o elo mais fraco.
Francisco Carvalho disse que era a vitória para a qual a equipa trabalhou, com "um projeto construído a partir da necessidade dos cabo-verdianos".
Sim, Trump é um palhaço e um palhaço egoísta, megalómano e irresponsável, mas, acima de tudo isso, é um palhaço assassino.
As promessas de oferecer um Ferrari a cada português e de colocar vinho canalizado em cada casa estiveram em destaque.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
“O pior são os 380 milhões de euros já contratualizados para o futuro que condicionam os próximos dois orçamentos – a maioria, obras supérfluas à moda da África pobre mais gastadora”, acusa o autarca, revelando “números que indiciam uma situação financeira catastrófica da autarquia”.
A provável saída de Mário Centeno da liderança do Banco de Portugal marca o fim de dez anos consecutivos em que um quase desconhecido economista, que esteve perto de cair pouco depois de assumir o cargo de ministro das Finanças, se tornou numa "marca" de sucesso do PS Costista - e um dos protagonistas da vida política portuguesa.
As ideias veiculadas por André Ventura e seus apaniguados e suas apaniguadas, para além de xenófobas, racistas, supremacistas, totalitárias, fascizantes, totalmente falhas de empatia e humanismo, e, em geral, contrárias aos mais elementares direitos humanos reconhecidos internacionalmente, são também incompatíveis com o interesse nacional de Portugal.
Vamos ver quais serão os efeitos desta nova "onda" de tecnocracia igualmente auto-proclamada, como o foi no passado, não ideológica. Confesso que não estou descansado – bem pelo contrário.
Depois de ler a "A Máquina do Estado", de Joseph Heath, nunca mais vais focar a sua atenção apenas em políticos e comentadores, resultados e promessas eleitorais e políticas e decisões públicas.
Com as tarifas de Trump a colocarem a economia mundial em risco, é tanto mais importante a escolha entre a motoserra ou a mãozinha que ajuda um povo a levantar-se.
Em declarações aos jornalistas, o secretário-geral do PS recusou fazer qualquer crítica ou apreciação sobre trabalho do Ministério Público.
O problema não é só de vontade política. É de método, ética e visão integrada. E são sistémicos, porque são interdependentes.