Israel. Julgamento de Netanyahu por corrupção foi novamente adiado
Netanyahu solicitou formalmente um indulto ao Presidente israelita, Isaac Herzog, a 30 de novembro do ano passado.
Netanyahu solicitou formalmente um indulto ao Presidente israelita, Isaac Herzog, a 30 de novembro do ano passado.
Meios de comunicação israelitas tinham já avançado a possibilidade de cancro nas semanas posteriores à intervenção cirúrgica a que Netanyahu foi submetido em dezembro de 2024.
Filho do último Xá do Irão foi confrontado por um ativista que o manchou de vermelho depois deste criticar o cessar-fogo no Irão.
O primeiro-ministro da Hungria garante que irá cumprir o mandado de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional em 2024, que acusa o Benjamin Netanyahu de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.
Filipe Pathé Duarte refere que “não há uma convergência total" entre os dois aliados uma vez que "Israel não considerará vitória algo que não leve à incapacitação total do seu principal inimigo e de tudo o que ele representa, enquanto Trump parece não estar disposto a tanto”.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quarta-feira, que Israel aceitou um cessar-fogo temporário no Líbano a pedido de Donald Trump. Sublinhou, ainda, que o desmantelamento do Hezbollah continua a ser um objetivo e que não será alcançado a curto prazo.
Yechiel Leiter defendeu que os franceses "não são necessários" e "não têm qualquer influência positiva, especialmente no Líbano".
Seria acompanhada por um alívio das sanções, segundo indica o Wall Street Journal.
O primeiro-ministro israelita referia-se, à zona a sul do rio Litani que o Exército israelita ocupa desde a guerra regional que iniciaram, em conjunto com os Estados Unidos, contra o Irão.
Netanyahu tem vários julgamentos por corrupção pendentes em Israel, mas o primeiro-ministro solicitou o adiamento das sessões por estar ocupado com a guerra iniciada pelo seu país e pelos Estados Unidos contra o Irão.
Na quinta-feira, o Líbano manifestou a intenção de obter um cessar-fogo antes do início de qualquer negociação.
O Ministério da Saúde libanês informou entretanto que os ataques israelitas de quarta-feira mataram, pelo menos, 357 pessoas e deixaram 1.223 feridas, no dia mais sangrento desde o recomeço da guerra entre Israel e Hezbollah, em 02 de março.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou esta quinta-feira que o seu país vai continuar os ataques contra o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irão, no Líbano. Em Kiryat Shmona, os residentes que vivem sob o regime de guerra há anos apelam ao fim do conflito.
A aliança entre o líder norte-americano e o primeiro-ministro israelita, assim como a ausência de oposição por parte dos conselheiros de Trump, à exceção de um, colocaram os EUA em guerra com o Irão.
O ministro israelita avisou ainda que quaisquer ações contra Israel "agravarão os danos económicos e estratégicos" do Irão, levando "ao colapso das suas capacidades".