Acordo de paz entre EUA e Irão pode ser assinado já no domingo
O acordo deverá chegar sobre a forma de um memorando de entendimento e pode vir a ser assinado em Genebra, antes do arranque do encontro do G7 na segunda-feira.
O acordo deverá chegar sobre a forma de um memorando de entendimento e pode vir a ser assinado em Genebra, antes do arranque do encontro do G7 na segunda-feira.
O presidente norte-americano voltou atrás na promessa feita esta manhã e disse que um acordo entre Washington e Teerão vai acontecer em breve.
Presidente dos EUA insiste que Teerão deve assinar o acordo que está a ser negociado há semanas pelos dois países.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, aproveitou uma cerimónia na Casa Branca para destacar as obras de renovação do lago refletor entre o Monumento de Washington e o Memorial de Lincoln.
Durante o principal fórum de Segurança e Defesa da Ásia, Cavo Dragone enfatizou que a NATO está focada em "transformar" o aumento das despesas militares em "capacidades reais".
Manifestantes reuniram-se no centro de Telavive, em Israel, na noite deste sábado, para protestar contra o governo de Benjamin Netanyahu. Em cartazes, israelitas pediam a prisão de Netanyahu e criticaram a ação na Palestina e a relação com o presidente dos EUA, Donald Trump.
O Presidente dos EUA começa a ficar sem cartas. Diz que o Irão está desesperado por um acordo mas a falta de soluções parece estar no lado americano.
O secretário do Tesouro desvalorizou a ideia de que o Governo esteja a pressionar para a aprovação da nova moeda, apesar da ambição de Trump por estampar o seu nome e imagem em notas por todo o país para assinalar as comemorações do 250.º aniversário da Declaração de Independência.
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
O responsável, de 56 anos, regressa à instituição 20 anos depois de dar os primeiros passos como banqueiro central, sendo que aos 35 anos foi nomeado o governador mais jovem da história. Foi membro do Conselho de Governadores da Fed de 2006 a 2011.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou, esta sexta-feira, a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de enviar mais cinco mil soldados americanos para a Polónia. Trump justificou o anúncio com a boa relação com o novo presidente polaco, Karol Nawrocki.
O chefe da diplomacia norte-americana Marco Rubio acredita que vários países da Aliança Atlântica partilham da posição de Washington sobre o Irão, mas evitam assumir compromissos concretos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, esta quarta-feira, em resposta aos jornalistas, que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, fará o que Trump quiser em relação à guerra no Irão. O presidente norte-americano disse ainda que com o tempo que passa em Israel se podia “candidatar a primeiro-ministro".
O presidente chinês, Xi Jinping, destacou, esta quarta-feira, num encontro com o homólogo russo, Vladimir Putin, que as relações bilaterais entre a China e a Rússia têm sido reforçadas ao longo dos anos e que atingiram um nível sem precedentes. Putin está em visita oficial à China, dias depois de o presidente dos EUA também ter estado no país.
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a comentar a situação com o Irão, esta terça-feira, afirmando que poderá ser necessário recorrer a nova ação militar caso as negociações falhem.