A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.
O Governo dos Estados Unidos rejeitou a afirmação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC, na sigla em inglês) de que dois petroleiros explodiram no estreito de Ormuz, após colidirem com minas em águas internacionais.
Estreito de Ormuz tem sido palco de uma guerra marítimaAP
O Comando Central dos Estados Unidos, através da rede social X, assinalou na sexta-feira que as alegações da IRGC fazem parte de uma série de declarações falsas divulgadas pela organização iraniana no sétimo dia de ataques entre Washington e Teerão, desde que o Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou encerrada a trégua acordada entre os dois países.
A IRGC afirmou, num comunicado divulgado pela agência estatal Tasnim, que os dois petroleiros explodiram após entrarem num campo de minas marítimas a sul do estreito de Ormuz e que os navios, supostamente induzidos em erro por agências de inteligência norte-americanas, provocaram um grande incêndio após a detonação.
A organização iraniana não identificou os navios nem informou sobre possíveis vítimas ou danos.
O Comando Central restabeleceu, na terça-feira, o cerco naval sobre portos e navios iranianos no estreito de Ormuz, dois dias após o aviso da República Islâmica sobre o encerramento desta via marítima devido aos bombardeamentos norte-americanos.
O Irão respondeu aos ataques de Washington com lançamentos de mísseis e drones contra alvos norte-americanos em vários países da região, como Bahrein, Qatar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU), entre outros.
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