BCE alerta que modelo de crescimento europeu está “corroído” e pede aposta na IA
Christine Lagarde defende que a Europa não pode perder a "segunda revolução digital”, como aconteceu com a primeira.
Christine Lagarde defende que a Europa não pode perder a "segunda revolução digital”, como aconteceu com a primeira.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, apresentou, esta quinta-feira, as dez propostas de desenho para a nova série de notas de euro. Lagarde apelou a que os europeus votem nas propostas, no site do BCE, até 21 de setembro. A decisão final será tomada perto do final do ano e terá por base vários contributos.
Decisão final sobre nova face das notas deverá ser tomada ainda este ano.
A W atribui especial importância à verificação da humanidade dos utilizadores, bem como ao respeito da privacidade, em contraste com os 'bots' ou contas operadas por inteligência artificial (IA) que se multiplicam em outras plataformas digitais.
Presidente do BCE sublinhou que, apesar de tentativas anteriores não terem produzido acordos bem-sucedidos, "parece que desta vez é a certa".
Em todo caso, Lagarde apontou que por enquanto "as expectativas de inflação a longo prazo permanecem bem ancoradas", apesar do aumento dos preços e do "peso" que estão a ter nas economias europeias.
Será agraciado com a recém-criada Ordem Europeia do Mérito.
Draghi considerou que "a Europa está a reagir a esta nova realidade", mas está a fazê-lo dentro de um sistema que nunca foi projetado para enfrentar desafios daquela magnitude".
Christine Lagarde não está muito otimista em relação aos mercados da energia. E alerta que os danos causados pela guerra podem durar anos.
Christine Lagarde recebeu em Nova Iorque o Prémio Wolfgang Friedmann, atribuído anualmente pela Universidade de Columbia.
Luis de Guindos, o atual 'vice', termina o mandato no final de maio.
A Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu decidiu indicar Mário Centeno e Martins Kazaks como "preferidos" na eleição para vice-presidente de Christine Lagarde.
Numa declaração conjunta, os representantes de vários bancos centrais sublinham a importância de proteger as políticas monetárias de influências políticas.
Mário Centeno já disse estar disponível.
Análise do Financial Times demonstra outros ganhos de Christine Lagarde além dos divulgados pela autoridade monetária. Diferença coloca líder do BCE a receber quatro vezes mais do que o seu homólogo nos EUA.
Depois de em junho ter apontado para um crescimento de 0,9% para 2025 e em setembro ter revisto a projeção em alta, para 1,2%, a líder do BCE sinaliza nova revisão de crescimento.