Sábado – Pense por si

Da esqª. para a dt.ª: O fundador, Fernando Jorge Correia, com o DJ, nos anos 70; Jô Soares a dar show, em 1982 (em cima); Lucas Pires com o dono; e vista da pista, em 1984 (em baixo)
Raquel Lito

Primorosa D’ Alvalade: diferentes gerações, a mesma pista de dança

As grutas artificiais ainda atraem clientela e até servem de décor para filmes. O nome inspirou-se numa leitaria para escapar aos revolucionários do pós-25 de Abril. Por vontade do fundador, a noite continua a fechar com o My Way, de Frank Sinatra. No último sábado, 27, comemorou o seu 51º aniversário. Veja o vídeo.

Variações Presidenciais 

Foi o facto de se sentir zangado com a atitude da primeira figura do estado, que impulsionou Henrique Gouveia e Melo a se candidatar ao cargo de quem o pôs furioso.

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

Carolina Deslandes

Carolina Deslandes: "Estive três anos grávida. Não quero voltar a ser quem era antes. Sou uma pessoa nova que é a mistura das duas"

Já escreveu à mão mas, para não perder papeis, neste disco Carolina Deslandes escreveu tudo no telefone. Chama-se “Chorar no Club” e é um trabalho que foi feito com amigos. Pessoas de casa, com quem sai à noite, mas que também admira. Um disco que reúne a família que se escolhe na idade adulta. “Poucos, mas bons”. Um disco que conta com a produção de Mar, Jon., D’AY e Feodor Bivol.

O Papa e as 25 chamadas

O perfil do novo Papa obrigou a dezenas de telefonemas para os vários países que a sua história cruza. Já nos jantares-comício dos partidos o prato principal foi muitas vezes o computador portátil - onde se registava o que acontecia nas campanhas.

Raquel Lito

Paulo Guerreiro: “Vivi o apagão com normalidade”

É condutor de elétricos de superfície em Almada, mas nos tempos livres ocupa-se com a preparação para dias atípicos, como o de 28 de abril. Além de ter estado atualizado pelo rádio a pilhas, cozinhou refeições quentes. Antes de o telemóvel apagar, deu indicações a quem o segue nas redes sociais pelo Portugal Preppers Network. Veja o vídeo.

Ana Taborda

A REN geriu o apagão a partir de três salas com paredes de vidro

Na MEO, milhares de alarmes fizeram ativar uma equipa de gestão de crise com 100 pessoas. No Continente houve lojas a fechar momentaneamente para abastecer os geradores - e uma corrida ao carvão. Para os conseguir abastecer, a GALP fechou os postos e só vendeu combustível a clientes prioritários.

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