Bem-vindos ao mundo pluripolar
Nesta ordem pluripolar mais fluida e dinâmica, outros intervenientes, para além dos Estados-nação, têm um papel relevante a desempenhar.
Nesta ordem pluripolar mais fluida e dinâmica, outros intervenientes, para além dos Estados-nação, têm um papel relevante a desempenhar.
A China deixou há muito de ser apenas a grande fábrica do mundo. É hoje uma potência científica e tecnológica de primeira linha.
Estas declarações surgem um mês após a cimeira entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, na qual ambos abordaram a situação de Taiwan.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros vão decidir se cortam todas as relações comerciais com os colonatos israelitas na Cisjordânia, uma medida que precisa de ser aprovada por unanimidade.
Após o lançamento de uma nova geração de baterias e de tecnologias de carregamento rápido, concebidas para responder aos principais desafios enfrentados pelos utilizadores de veículos elétricos, fundador da empresa prometeu a introdução de "muitas mais" tecnologias "novas e exclusivas" nos próximos dois anos.
A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.
Vai ser sentenciado a 1 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão.
O regime teocrático iraniano abanou, mas não quebrou. Agora negoceia quase em pé de igualdade com a autoproclamada superpotência mundial.
“Aqueles que se sacrificaram para defender os seus direitos inalienáveis à liberdade de expressão e de reunião pacífica verão um dia justificada a sua causa”, disse Rubio.
As relações entre o Japão e a China atravessam um momento tenso
Cuba recebeu na semana passada as primeiras 15 mil toneladas de arroz, de um novo donativo de 60 mil toneladas no total, entregue por Pequim como assistência alimentar de emergência perante a grave crise económica na ilha.
Visa proteger tecnologia considerada estratégica.
Um total de 247 mineiros encontravam-se na mina de carvão de Liushenyu quando a explosão ocorreu na noite de sexta-feira, num acidente que é o mais grave neste setor em 17 anos.
O presidente russo, Vladimir Putin, deixou Pequim, esta quarta-feira, após uma reunião com o líder chinês Xi Jinping. Os dois países assinaram dezenas de acordos de cooperação nas áreas do comércio, energia e tecnologia, reforçando a parceria estratégica entre Moscovo e Pequim.
Pequim quer trabalhar com a comunidade internacional para "desempenhar um papel construtivo" no sentido de promover e colocar "um ponto final" na guerra no Médio Oriente, segundo o representante permanente da China nas Nações Unidas.
Os dois líderes assinaram em Pequim cerca de 20 documentos de cooperação e ainda hoje vão discutir vários temas da atualidade internacional, incluindo as guerras na Ucrânia e no Irão.