Gente corrupta e despudorada
Toda esta gente é moralmente corrupta e despudorada, directamente responsável ou conivente, nas esferas de decisão do estado, por actos que lhes propiciem vantagens pessoais ou a terceiros.
Toda esta gente é moralmente corrupta e despudorada, directamente responsável ou conivente, nas esferas de decisão do estado, por actos que lhes propiciem vantagens pessoais ou a terceiros.
Quando vozes de diferentes quadrantes (académicos, antigos governantes, cidadãos comuns) convergem no diagnóstico, talvez seja tempo de deixar de fingir surpresa.
Para o antigo líder do PSD, "quem vai para o Governo e chama as pessoas para preparar uma grande reforma, o que vai gerir é comunicação política". "Reforma não fará nenhuma", atirou.
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Candidato continua a colecionar apoios à direita.
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
Ex-líder parlamentar do CDS-PP diz que partilha com o socialista o respeito pelos limites constitucionais dos poderes de um Presidente da República.
Passos Coelho não fez qualquer declaração sobre as eleições presidenciais até domingo.
A Europa fará de Delcy Rodrigues, orgulho engolido, a convidar os EUA para uma “agenda de cooperação”. Somos todos Delcy. Uma Delcy democrática, é certo, mas muito Delcy na postura.
Candidato apoiado pela Iniciativa Liberal reage às críticas.
Só com muita candura não se constatará que o capitão da selecção portuguesa esteve em Washington noutra qualidade que não a de embaixador dos sauditas.
A atração da tomada de posse do novo executivo da câmara de Lisboa