Chega apresentou uma moção de censura ao Governo. E agora?
Caso que envolve o ministro Luís Neves levou o partido de direita a apresentar uma moção de censura. Mas o que é? Pode o Governo cair? E se não cair, o que acontece a seguir?
Caso que envolve o ministro Luís Neves levou o partido de direita a apresentar uma moção de censura. Mas o que é? Pode o Governo cair? E se não cair, o que acontece a seguir?
A pouco menos de um mês do prazo de entrega das candidaturas para a nova administração da empresa.
Novos diretores dos centros de emprego são militantes laranjas. Entre eles há um ex-deputado sem experiência, uma fisioterapeuta e antigos autarcas.
Primeiro-ministro pretende que rede elétrica chegue "mais facilmente à casa das pessoas e também às empresas". Objetivo passa também por "diminuir os custos".
Enfim, se calhar temos todos de começar a pensar seriamente na resposta que tem de ser dada à seguinte pergunta: estamos hoje melhor do que estávamos no tempo do governo da Geringonça?
Francisco Gomes, que encontrou o gabinete de Ventura “vandalizado”, diz ter graus académicos em Cádiz, Denison, Harvard e Oxford.
Exigir a Seguro que peça cabeças ou que apenas insinue que as quer é estarmos todos prisioneiros, ainda, do estilo-Marcelo em Belém. Marcelo, depois de tanta lamúria e queixume público de que falava demais, deixou afinal memória e escola – e isso não vai ser fácil para Seguro.
André Ventura defendeu que o Governo "está a ser arrastado para uma situação inexplicável" e exigiu a Montenegro que tome "uma decisão".
As sondagens são só sondagens – no início de março de 2025, Pedro Nuno Santos também surgia na liderança, para depois perder estrepitosamente – mas dão um sinal. Que esse sinal imponha cautela generalizada é hoje o maior fator de estabilização da política portuguesa. Mudanças significativas nos alinhamentos podem mudar tudo, mas enquanto assim estivermos, valha-nos o Santo Inquirido.
No arranque da próxima sessão legislativa, em setembro.
O ex-ministro da Educação reconhece que o sistema de avaliação dos exames falhou e questiona se os alertas dos especialistas terão sido ouvidos.
No seu novo monólogo, que se estreia nos palcos em setembro, a autora e encenadora parte de um julgamento a mulheres acusadas da prática de aborto, em 2002, na Maia, para mergulhar no tema.
O Executivo deixou sozinho o governante que tinha poucas manchas no currículo. Tem um setor que estava adormecido novamente à perna – e anticorpos dentro do Governo.
Não se chama Portugal à Frente, mas quase. Cotrim Figueiredo deu novidades sobre o movimento cívico-político e diz que já tem 18 mil inscritos.
O madeirense diz não ter "muito interesse neste PSD” e diz que Montenegro e Passos Coelho são "aves da mesma plumagem”.
O País só mexeu neste círculo vicioso à força, sob alçada da troika e de Pedro Passos Coelho, mas o sistema refugiou-se depois nos alçapões das novas regras e continua vivo. Alimenta-se a clientela, mas também a perceção de que "são todos iguais" e o populista “eles querem é tacho”. É pena darem-lhes assim razão. Ninguém propôs sequer seriamente, PS ou PSD, tapar os buracos que permitem a continuação deste carrossel que envergonha ambos. Mas, pelo menos, já nos poupavam à exibição pública de moralidade fake.