Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Maria Madalena
Susana Lúcio

Maria Madalena, de apóstola a pecadora

Testemunha privilegiada da Ressurreição, foi uma figura importante nas comunidades cristãs primitivas. Mais tarde, a Igreja descreveu-a como pecadora pública – um erro que criou o mito de ter sido prostituta e que demorou séculos a ser corrigido.

Ninguém aceita a morte. Eu não aceito a do António 

Mas há pessoas que deixam saudades para a eternidade. O António é um deles. E não há maneira de tapar este buraco que agora se abriu. O António vai ficar por aqui, pela minha memória, “até que as pedras se tornem mais leves do que água”.

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Nuno Prates em plena Avenida Estados Unidos da América
Luísa Oliveira

Cuidar de jardins em modo guerrilha

Perante um pedaço de verde maltratado, o jardineiro Nuno Prates não fica à espera de burocracias e põe as mãos na terra. A cidade agradece.

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