"Fénix socialista" que derrota "extrema-direita em ascensão": a vitória de Seguro na imprensa internacional
Triunfo esmagador na segunda volta das Presidenciais mereceu destaque lá fora.
Triunfo esmagador na segunda volta das Presidenciais mereceu destaque lá fora.
Seguro lembra a Suíça: previsível, rotineira, neutra no bom sentido. Se fizer o que promete – não extravasar a Constituição, colaborar para resolver problemas, actuar sem amarras partidárias e usar a palavra com conta, peso e medida – é preferível esta Suíça a qualquer alternativa tropical ou africana.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Candidato continua a colecionar apoios à direita.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
André Ventura considerou que as personalidades que têm manifestado apoio a António José Seguro não o fazem pelo candidato, mas para o tentar cancelar.
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.
Ex-presidente do CDS-PP diz que prefere um “candidato moderado”.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Durão Barroso substitui Nuno Morais Sarmento, que pediu demissão por motivos de saúde.
Quem decide as infraestruturas em Portugal não é o Ministério das ditas. Quem manda é a Mota-Engil.
O CDS-PP justifica que a candidatura do antigo líder do PSD é aquela que “melhor representa o espaço político em que o CDS-PP se integra”.
O debate MaisIdadeMais juntou especialistas, gestores e entidades públicas para discutirem como Portugal pode preparar-se para viver mais e melhor. Ficou evidente que envelhecer é um desafio comum.
A atração da tomada de posse do novo executivo da câmara de Lisboa
O Barómetro Gerações em Movimento, promovido pelo Grupo Ageas Portugal e desenvolvido pela Ipsos Apeme, revela um país que já pensa mais cedo na reforma, mas continua pouco preparado. Na talk MaisIdadeMais discutiu-se o que significa envelhecer num país onde a esperança de vida cresce mais depressa do que a literacia financeira.