França pede exercícios militares da NATO na Gronelândia e diz estar "pronta para contribuir"
Entretanto, já foram mobilizados militares franceses para a ilha, para ajudar a defender os interesses do Ártico.
Entretanto, já foram mobilizados militares franceses para a ilha, para ajudar a defender os interesses do Ártico.
Trump planeia ficar dois dias no fórum internacional em Davos, depois de ameaçar aplicar tarifas à Dinamarca e a outros sete aliados, a menos que negociem a transferência para a soberania norte-americana do território semiautónomo.
Ao contrário de Marine Le Pen, que assume uma postura cada vez mais gaulista, em coerência com a transformação da “Front Nacional” (Frente Nacional) herdada de seu pai em “Rassemblement Nacional”, Ventura continua a não criticar Trump.
A ameaça russa já começa a ter repercussões concretas no terreno. É disso exemplo as constantes e descaradas incursões de aeronaves russas, principalmente drones, em território europeu.
Depois do canalha Musk ter tido o descaramento de declarar que a empatia é uma das fraquezas fundamentais da civilização europeia, eis que a Administração Trump se atreve a proclamar que as actividades da UE minam a liberdade política e a soberania dos povos.
Quando daqui a uns anos se começar a estudar a paisagem urbana, vai-se encontrar dois tipos de impacto: um da tecnologia, outro da imigração.
Campanhas dirigidas contra Mariana Mortágua mais não são do que inequívocos actos de misoginia e homofobia, e quem as difunde colabora com o que de mais cobarde, vil e ignóbil existe na sociedade portuguesa.
Não está contemplada a adesão da Ucrânia à NATO, mas sim “garantias de segurança do tipo do Artigo 5.º”, a regra que estipula que uma agressão armada contra um membro da organização atlântica é um ataque contra todos os seus membros, esclareceu Rutte.
Esta campanha é particularmente eficaz no PS, que parece ter aceitado todas os seus termos e consequências. Ou seja, um PS fragilizado procura a sua redenção na rendição.
Os filhos e netos dos derrotados em 28 de setembro de 1974 e no 11 de março de 1975, estão aí em força e com desejos de vingança. E há demasiada gente que não consegue compreender que assim é, ou sequer perceber que esse problema existe.
Em boa verdade, a destituição do último Imperador do Ocidente acabou por acontecer naturalmente mercê de desentendimentos entre grupos de mercenários que já pululavam há cerca de um século no vasto território da zona ocidental de um Estado, dotado de uma formidável organização político-administrativa.
O que está em jogo é, então, o futuro da Ucrânia, primeiro, e da Europa, depois. As próximas semanas vão ser decisivas e há ainda muito por fazer.
Como lembraram os líderes da UE no seminário anual organizado também esta semana em Bruxelas para o corpo diplomático da União: o mundo de hoje é marcado pela "desordem e complexidade" segundo Costa e por uma geopolítica "hiper-competitiva e hiper-transaccional," de acordo com von der Leyen.
A "casa" não é apenas a casa e o nosso núcleo familiar, mas sim algo bem mais amplo.
A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas de 5 de novembro exige que a UE assuma um controlo maior sobre o seu destino como já vem, timidamente, acontecendo desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.