O Homem Extraordinário (Ou a Olívia Patroa)
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
O produtor, rapper e cantor norte-americano, que tem tido concertos cancelados na Europa na sequência de declarações antissemitas e de apologia do nazismo, deverá ter perto de lotação esgotada em Portugal.
Pina Manique era acusado de construir uma enorme rede de vigilância sobre os portugueses. Hoje acontece precisamente o contrário. São os portugueses que vigiam quem exerce o poder.
Sem construir laboratórios, sem contratar mais investigadores, sem reforçar o financiamento e sem esperar pelos resultados de qualquer reforma, o país ganhou, de uma assentada, quinze universidades.
O problema não está em escrutinar a PJ, mas em transformá-la numa trincheira de combate político. Neves não percebeu que a sua ida para o Governo comportava esse risco
As obras forçaram a transferência de 12 mil pessoas. Muitas viviam em barracas e foram deslocadas para bairros como o Relógio e a Musgueira. A crise ficou à vista
O teste é saber até onde se aceita que a legalidade formal não se aplica a um diretor da PJ, agora ministro, porque ele diz ser remediado (logo, sério) e do bem.
Afinal, estavam a construir em área abrangida por Reserva Ecológica Nacional e por servidão do domínio público hídrico.
Até segunda-feira, apenas 50% dos pedidos de revisão estavam corrigidos. Já as provas da 2.ª fase estavam concluídas a 97%, segundo o ministro da Educação. Para o secretário-geral da Fenprof, "o que está em causa é a credibilidade do processo".
"Chamou-me 'macaco', palavras que foram claramente ouvidas pela equipa técnica e pelos seguranças presentes no evento", afirmou.
Portugal nunca teve uma esperança de vida tão elevada, mas a boa notícia acaba por aumentar a pressão para responder a um novo desafio: garantir que os anos “extra” são vividos com saúde e não em modo sobrevivência.
Há famosíssimo (?) que aproveita a nega que deu para agora abrir o altifalante. Não foi, não foi. A sua tanta falta sentiu-se como um bikini na Sibéria.
Ministros aflitos, uma autarca com sede, um sniper da Guerra Colonial, as surpresas da vida financeira de Salazar e, por fim, roteiros para gozar melhor Alentejo e Algarve, que o tempo não está para dramas de atrelados.
Quem anuncia o fim de uma profissão está, em parte, a provocá-lo. Isto não significa calar os riscos da IA. Significa tratá-los com o rigor que merecem, distinguindo entre tarefas que serão automatizadas e profissões que serão transformadas. A diferença é abissal.
As sondagens são só sondagens – no início de março de 2025, Pedro Nuno Santos também surgia na liderança, para depois perder estrepitosamente – mas dão um sinal. Que esse sinal imponha cautela generalizada é hoje o maior fator de estabilização da política portuguesa. Mudanças significativas nos alinhamentos podem mudar tudo, mas enquanto assim estivermos, valha-nos o Santo Inquirido.