Andar depressa e partir coisas
Quando um Governo assume que reformar é escavacar, vivemos tempos perigosos.
Quando um Governo assume que reformar é escavacar, vivemos tempos perigosos.
Depois da captura de Maduro não trazido uma mudança de regime, a insatisfação social reforçada pelas consequências do sismo podem levar à contestação social no país.
Em "Autorretrato- Instruções para sobreviver à Máfia" (D. Quixote), o escritor e dramaturgo David Enia dialoga com a História e com Leonardo Sciascia, outro autor essencial para perceber a Máfia.
Donald Trump ameaçou atacar infraestruturas iranianas na próxima terça-feira, data em que expira o ultimato que impôs ao país persa para reabrir o estreito ou enfrentar "o inferno".
O porta-voz do comando das forças armadas iranianas anunciou que o Iraque é um "país irmão" e que as restrições aplicam-se apenas "aos países inimigos".
O Presidente dos Estados Unidos ameaça que o não cumprimento do prazo resultará num "Inferno" sobre o Irão.
Não somos o seu espelho, não. Pezeshkian após ordenar a morte dos manifestantes, apertado pelo vento Trump, lamentou o clima de protestos. É este tipo de estrume que recebeu as 'congratulations' de Guterres.
Todos temos o nosso querido Céu e amado Inferno e, no fim, cada qual está com o seus.
Santiago Salvador sobreviveu apenas com algumas fraturas. Nas redes sociais, partilhou "o inferno" que viveu.
FC Porto e Benfica medem forças esta quarta-feira num clássico repleto de memórias.
Nestes dias, alguém parece sussurrar do calendário para os nossos ouvidos, demasiadamente habituados à indiferença: - Não te esqueças dos outros.
De qualquer maneira, os humanos, hoje, no século XXI, são já um mero detalhe em cima da Terra. Hoje há bilionários, máquinas e os anexos – os biliões de humanos que por aqui andam.
Os trabalhadores ao serviço do metro de Riade sofreram graves abusos laborais durante uma década, denuncia a organização.
Manuel tem 4 anos e está à guarda do pai, holandês, a cerca de 2 mil km da mãe – só fala com ela por videochamada. Ana está em Lisboa, mas não desiste da custódia: a par da campanha em painéis publicitários e nas redes sociais, fará uma petição.
A opinião de Leonor Caldeira em podcast.
A proibição de usar burca nos espaços públicos, anunciada com uma defesa dos direitos das mulheres, é um instrumento de adicional opressão destas mulheres.