Da Spinumviva aos milhões da família Júdice: Raio-X às empresas dos políticos
A Spinumviva afundou sem Montenegro e a ministra da Justiça tem participações em 10 empresas. Outros governantes cederam quotas.
A Spinumviva afundou sem Montenegro e a ministra da Justiça tem participações em 10 empresas. Outros governantes cederam quotas.
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
O problema não se resume aos preços. Há um desequilíbrio estrutural entre a oferta disponível e a procura de habitação, especialmente nos grandes centros urbanos e zonas costeiras, onde a pressão demográfica e turística é maior. A opinião de Nuno Afonso, CEO e fundador do Grupo Rio.
Após a notícia da SÁBADO, O conselho diretivo da Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), liderado pelo bastonário Pedro Fabrica, apresentou uma participação contra o deputado Pedro Frazão ao Conselho Deontológico.
A Spinumviva está sediada num imóvel no Porto, adquirido para habitação própria pela filha de Nuno Afonso Moreira, CEO da Dourogás, uma das maiores empresas do setor do gás português.
Fins de semana de convívio, visitas de estudo ao parlamento, formações para aprender a falar com jornalistas e a ser candidato: como o Chega recruta e prepara para as Autárquicas.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
Do “Plano Kalergi” de substituição ao esquema oculto para uma Nova Ordem Mundial, do elogio a um genocida ao barco cedido e não devolvido: as teorias e o CV do candidato-bomba que pode rebentar com os planos de sucesso europeu de André Ventura.
Quase todos os pequenos partidos mostraram porque não têm lugar no parlamento. Mas há moderados e novos rostos e forças partidárias emergentes. Uma análise ao debate na RTP.
Alguns são tremendistas, sonoros, extremados e radicais. Mas também há moderados e um deles até tem algumas hipóteses de eleger um deputado.
Nuno Afonso, fundador do Chega e ex-braço direito de André Ventura, será cabeça-de-lista em Lisboa pela coligação Alternativa 21, que inclui o Aliança e o MPT.
Ventura afirmou que o programa eleitoral para as eleições legislativas de março, a apresentar nos próximos dias, segundo disse, será "ambicioso, credível e forte" e "o mais bem preparado da história do partido", tendo envolvido "pessoas de todas as áreas".
À sexta reunião magna em quatro anos e meio de existência, Ventura vai anunciar medidas do programa político e corrigir erros estatutários. Contudo, para não causar fissuras no partido, adia nomes de listas de deputados para o pós-congresso.
Guerras internas e a ordem de chumbo de orçamentos à esquerda levou o Chega a perder quase metade dos autarcas, que contam histórias de perseguição e xenofobia.
Ao lado de André Ventura, Jorge Castela fundou o Chega. Já longe do partido, o advogado, economista e primeiro ideólogo da estrutura fala sobre a incompetência que provocou a atual crise estatuária e crítica a posição pró-ucraniana do partido.