Trump considera Comité do Nobel da Paz "corrupto" e diz que Navi Pillay é uma desconhecida
Presidente dos EUA recordou que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, lhe ofereceu o seu Prémio Nobel da Paz no ano passado.
Presidente dos EUA recordou que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, lhe ofereceu o seu Prémio Nobel da Paz no ano passado.
A jurista sul-africana, de origem indiana, foi esta sexta-feira galardoada com um dos prémios mais aguardados do ano. Os seus esforços para promover a paz e a lei internacional não passaram ao lado do Comité Nobel Norueguês.
Numa publicação na rede social X, Telavive tece críticas à decisão de atribuir o Nobel da Paz a Navi Pillay, dizendo que foi "politcamente motivada". A vencedora foi líder da comissão da ONU que acusou Israel de genocídio na Faixa de Gaza.
A jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, recebeu, esta sexta-feira, o Nobel da Paz de 2026. Depois de saber que tinha sido distinguida, brincou com a possibilidade de partilhar o prémio com o presidente norte-americano, Donald Trump.
Jurista sul-africana, de origem indiana, foi Alta Comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos.
Um dos galardões mais aguardados do ano.
O vencedor vai ser anunciado esta quinta-feira, 8 de outubro, sucedendo ao escritor húngaro László Krasznahorkai, distinguido no ano passado.
Consiste num método que permite demonstrar como as células nervosas moldam as memórias, as emoções e os comportamentos no cérebro.
Prémio foi atribuído "pelas suas descobertas relativas aos canais iônicos ativados pela luz à optogenética".
Gonçalo M. Tavares e Lídia Jorge estão entre os nomes favoritos ao Nobel da Literatura.
Os nomes em destaque são a economista Yulia Navalnaya, viúva de Alexei Navalny e atual líder da oposição russa, e a advogada iraniana Shirin Ebadi, Prémio Nobel da Paz e fundadora do Defenders of Human Rights Centre.
Líder da oposição reagiu ao acordo petrolífero entre os dois países.
Um mapa online reúne os maiores conflitos ativos em cinco continentes. Nem todos são guerras entre países, mas juntos ajudam a explicar a instabilidade global.
Durante o Mundial 2026, Trump pediu a Gianni Infantino, com sucesso a suspensão de um cartão vermelho atribuído a um jogador da seleção norte-americana, que permitiu a Folarin Balogun defrontar a Bélgica, nos oitavos-de-final do torneio.
Presidente timorense recordou que a ligação do cantor a Timor-Leste não terminou com a restauração da independência e que manteve "sempre viva a amizade que cultivou" com o país e com os timorenses.