A Vergonha da Nação
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
Estes ataques ocorreram apesar do memorando de entendimento assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão, que estabelece a cessação das hostilidades também no país mediterrânico.
Esta quinta-feira, trazemos-lhe uma "avaliação alternativa" do desempenho dos jogadores portugueses no Mundial, uma notícia sobre as investigações à câmara de Albufeira e o impacto do acordo Irão-EUA para Israel.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
As legislativas estão agendadas para o próximo mês de outubro e Netanyahu procura garantir um quarto mandato consecutivo.
Israel anunciou hoje que realizou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do grupo armado pró-Irão Hezbollah.
Estou a referir-me ao convite feito pela Comissão Europeia a representantes do governo dos taliban para se deslocarem a Bruxelas para debater questões relativas aos “imigrantes” afegãos aos quais não foi concedido o direito de asilo no seio da União.
Trump anunciou um acordo para pôr fim à guerra, sugerindo a assinatura durante o próximo fim de semana.
Qualquer país que seja atacado deve defender-se, e a defesa, em certas ocasiões, vive na prevenção.
Quando se decide fazer uma greve geral contra um “pacote laboral” moribundo, a motivação torna-se mais interior, menos uma luta contra uma legislação que não vai passar e mais uma exibição de força sindical de per se, e isso nos dias de hoje mobiliza menos e isso torna o resultado menos eficaz.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
Trump pediu a Netanyahu que não respondesse ao ataque com mísseis iranianos na noite de domingo, mas Israel decidiu retaliar na mesma e só informou Washington à última hora.
A Companhia de Aeroportos e Navegação Aérea do Irão pediu aos cidadãos para não se deslocarem aos aeroportos até ao anúncio da retoma dos voos.
Donald Trump diz que as retaliações não contribuem para o sucesso das negociações em curso.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
Presidente norte-americano disse ainda que o aiatola está envolvido nas negociações.