Netanyahu garante que forças israelitas mantêm ataques no sul do Líbano
Benjamin Netanyahu promete continuar operações no terreno, apesar dos esforços diplomáticos.
Benjamin Netanyahu promete continuar operações no terreno, apesar dos esforços diplomáticos.
Yechiel Leiter defendeu que os franceses "não são necessários" e "não têm qualquer influência positiva, especialmente no Líbano".
Trump ficará marcado pelo que escreveu nas horas anteriores ao cessar-fogo de duas semanas. Ter ameaçado a destruição completa "de uma civilização" não é episódio que se apague só porque não foi concretizado. Este mandato presidencial entrará para os livros da História. Pelas piores razões.
Seria acompanhada por um alívio das sanções, segundo indica o Wall Street Journal.
O primeiro-ministro israelita referia-se, à zona a sul do rio Litani que o Exército israelita ocupa desde a guerra regional que iniciaram, em conjunto com os Estados Unidos, contra o Irão.
Netanyahu tem vários julgamentos por corrupção pendentes em Israel, mas o primeiro-ministro solicitou o adiamento das sessões por estar ocupado com a guerra iniciada pelo seu país e pelos Estados Unidos contra o Irão.
Na quinta-feira, o Líbano manifestou a intenção de obter um cessar-fogo antes do início de qualquer negociação.
O Ministério da Saúde libanês informou entretanto que os ataques israelitas de quarta-feira mataram, pelo menos, 357 pessoas e deixaram 1.223 feridas, no dia mais sangrento desde o recomeço da guerra entre Israel e Hezbollah, em 02 de março.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou esta quinta-feira que o seu país vai continuar os ataques contra o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irão, no Líbano. Em Kiryat Shmona, os residentes que vivem sob o regime de guerra há anos apelam ao fim do conflito.
A aliança entre o líder norte-americano e o primeiro-ministro israelita, assim como a ausência de oposição por parte dos conselheiros de Trump, à exceção de um, colocaram os EUA em guerra com o Irão.
O ministro dos Negócios Estrangeiros destacou a importância da "liberdade de navegação".
O anúncio feito pelo gabinete de Benjamin Netanyahu contradiz a declaração feita pelo primeiro-ministro paquistanês que afirma que a suspensão das hostilidades também abrange o Líbano.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na terça-feira à noite ter aceitado suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques ao Irão, num “cessar-fogo bilateral”, e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz “viável”.
Trump criou o problema e não sabe como sair dele. Desconversa, mente, insulta aliados, decreta mudança de regime em Teerão que, obviamente, não aconteceu. Enquanto isso, está lançada a crise energética e a pressão inflacionista. O Presidente dos EUA é uma desgraça. E está cada vez mais difícil encontrar eufemismos para disfarçar esta evidência. Por muito que haja quem não se importe de continuar a cair no ridículo
O ministro israelita avisou ainda que quaisquer ações contra Israel "agravarão os danos económicos e estratégicos" do Irão, levando "ao colapso das suas capacidades".