Sábado – Pense por si

Ex-KGB, Putin chefiou o sucessor, o FSB, durante o governo de Ieltsin. A vitória na Chechénia levou-o ao poder
Marco Alves

Como funciona o laboratório de venenos do Kremlin

O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.

A lagartixa e o jacaré

Quando digo que Portugal é um País pobre...

Portugal é um país pobre no papel e importância dos baixos salários, na crise da habitação para os que não tem milhões para comprar casa, na desigualdade e exclusão social, em elites que deslumbradas pela tecnologia estão a destruir o papel fundamental da escola como elevador social, criando gerações que mal falam português, não sabem escrever e não leem.

Visto de Bruxelas

As linhas com que a Europa se cose em 2026

A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.

Um ano a acabar com os EUA

Um ano de Trump 2.0 mostrou um Presidente muito mais perigoso para a Democracia que no mandato 2017-2021. E esse mandato acabou com um ataque ao Capitólio. Agora é pior: Trump está mais instável, disruptivo, mentiroso, incompetente. Decidido a acabar com os EUA como o conhecíamos e admirávamos. E a acabar connosco, União Europeia, projeto democrático e de valores. Está mais longe da Europa e mais perto da Rússia.

Adeus, América

Há alturas na vida de uma pessoa em que não vale a pena esperar mais por algo que se desejou muito, mas nunca veio. Na vida dos povos é um pouco assim também. Chegou o momento de nós, europeus, percebermos que é preciso dizer "adeus" à América. A esta América de Trump, claro. Sim, continua a haver uma América boa, cosmopolita, que gosta da democracia liberal, que compreende a vantagem da ligação à UE. Sucede que não sabemos se essa América certa (e, essa sim, grande e forte) vai voltar. Esperem o pior. Porque é provável que o pior esteja a chegar.

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