Irão lança mísseis balísticos contra base dos EUA e Reino Unido no Oceano Índico
Alvo de Teerão fica a cerca de 4.000 quilómetros da região do Golfo.
Alvo de Teerão fica a cerca de 4.000 quilómetros da região do Golfo.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quinta-feira, que o Irão deixou de ter capacidade para enriquecer urânio ou produzir mísseis balísticos. Ainda assim, o país mantém capacidade para lançar ataques com mísseis e drones na região.
Netanyahu rejeitou que o seu país tenha arrastado Washington para este conflito, mas assumiu que “agiu sozinho" no bombardeamento contra instalações de gás iranianas na quarta-feira.
A companhia energética pública do Qatar anunciou que novos ataques de mísseis iranianos causaram "danos consideráveis" no complexo de gás de Ras Laffan.
A base aérea de Al Dhafra, em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, foi atingida por mísseis iranianos a 15 de março. Esta é a maior base aérea do país e costuma abrigar cerca de 2 mil soldados americanos.
Incidentes não causaram feridos.
Estas são as primeiras mortes causadas por mísseis iranianos em território palestiniano no atual conflito do Médio Oriente.
Um ataque russo com mísseis e drones atingiu a região de Kiev, na Ucrânia, provocando pelo menos quatro mortos e 15 feridos. O bombardeamento danificou zonas residenciais e infraestruturas, numa altura em que as negociações de paz continuam bloqueadas.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e a filha assistiram, na terça-feira, a um novo teste com mísseis cruzeiros estratégicos disparados a partir de um navio de guerra, informaram os média estatais. O teste faz parte de um conjunto de exercício militares intitulado “Freedom Shield”, que arrancou na segunda-feira e dura 11 dias.
Um vídeo divulgado pelas forças armadas ucranianas mostra o que Kiev diz ser um ataque contra uma fábrica na região de Bryansk, no oeste da Rússia. Autoridades russas afirmam que o ataque provocou mortos e feridos após a queda de mísseis na área.
Várias pessoas foram captadas a correr nas ruas de Telavive, em Israel, nesta segunda-feira, para se protegerem de mísseis lançados pelo Líbano. Força Aérea Israelita intercetou vários mísseis, mas alguns caíram em zonas abertas.
Um incêndio de grandes dimensões atingiu um edifício alto na Cidade do Kuwait durante a madrugada de domingo, enquanto o Kuwait enfrentava uma vaga de ataques com drones e mísseis atribuídos ao Irão.
As forças norte-americanas e israelitas têm dado conta da eliminação da capacidade ofensiva do Irão, nomeadamente de mísseis balísticos e 'drones', nos ataques em curso.
Os embaixadores dos 32 Estados-membros da NATO, reunidos esta quinta-feira em Bruxelas, manifestaram o seu apoio a esta medida e condenaram veementemente o ataque do Irão à Turquia na quarta-feira, sublinhou o porta-voz.
O Departamento de Defesa dos EUA divulgou, esta quinta-feira, imagens que mostram aviões a descolar de um porta-aviões e ataques com bombas e mísseis contra equipamento militar do Irão.
Londres já tinha enviado aviões de combate, mísseis de defesa antiaérea, radares e sistemas antidrone para Chipre e Qatar em janeiro e fevereiro.