Uma série para ver esta semana: "Mad Men"
“Mad Men” acompanha o mundo da publicidade na Nova Iorque dos anos 60, num retrato de ambição, desejo e identidades cuidadosamente fabricadas. Disponível na Disney+ e Prime Video.
“Mad Men” acompanha o mundo da publicidade na Nova Iorque dos anos 60, num retrato de ambição, desejo e identidades cuidadosamente fabricadas. Disponível na Disney+ e Prime Video.
As novas acusações, que abrangem o período de 2010 a 2017, incluem violação, agressão, tráfico humano e crimes relacionados com "imagens indecentes de crianças e pornografia extrema".
Na sequência de um pedido de extradição das autoridades britânicas.
Quando os millennials decidem aprender a tratar do cabelo das suas meninas em workshops, como acontece em Inglaterra e nos EUA, estão a fazer mais pelo combate à manosfera - comunidade em que se defende a misoginia e o antifeminismo - do que poderiam pensar.
Os desafios da Inteligência Artificial e a ligação entre leitura e democracia são alguns dos temas desta edição, que tem como título "Back to Basics. Back to Books" e que foi apresentada esta quarta-feira.
A ex-primeira dama, a atual e a pretendente são trunfos na campanha pela Presidência. Bate-bocas, vídeos, cheques e maquilhagem fazem parte das armas por Lula ou por Bolsonaro filho.
O conservadorismo e crescimento da misoginia na Geração Z tem tido resposta na ficção. Eis cinco séries que, nos últimos anos, são boas janelas para repensar a masculinidade.
Nascida na Catalunha, Rosalía começou a cantar durante a infância, estudou flamenco e afirmou-se como fenómeno global. A 8 e 9 de abril, vai apresentar o álbum "Lux" em Lisboa.
Descobriram a tecnologia das vacinas da Covid, a origem da síndrome de Down e o processo na base da bomba atómica - mas não foram reconhecidas por isso. Também na ciência, as mulheres sofrem discriminação. Há um livro que explica porquê.
Seguro foi andando, como a tartaruga da lenda, até cruzar a meta para espanto das lebres. A vitória final está a um passo, mas depende dos votos da direita. Como consegui-los?
Comissão Europeia afirmou que esta decisão não altera a sua condenação das fotografias anteriormente criadas.
Na música, Bad Bunny e Taylor Swift - e em Portugal, Plutonio - dominaram os "tops". No cinema, o sucesso de "Ainda Estou Aqui" não escondeu salas vazias. E no streaming, "Adolescência" e "Guerreiras do K-Pop" revelaram-se inescapáveis.
Reflexões sobre a precariedade laboral, a ditadura militar do Brasil, os julgamentos apressados do presente e a misoginia estiveram entre o melhor que vimos este ano, em sala e no streaming.
Em média, a APAV apoiou 20 mulheres por dia com idades entre os 18 e os 64 anos, faixa etária que representa mais de 60% das vítimas.
A psicóloga investiga sobre a violência sexual e defende que ainda não fizemos justiça às vítimas de Tomás Taveira. E que precisamos de incluir os homens neste tema. Alerta para um retrocesso com o surgimento da manosfera e para a radicalização através das redes sociais
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.