"Sou o presidente da Venezuela! Digam no meu país que fui sequestrado": os gritos de Maduro na prisão
Ex-presidente da Venezuela está detido desde o início de janeiro em Nova Iorque.
Ex-presidente da Venezuela está detido desde o início de janeiro em Nova Iorque.
A vida de Benfica, a guerra do Ultramar, o hospital psiquiátrico onde trabalhou ou os mais que queridos irmãos são alguns dos temas que passam toda a literatura lobantuniana.
Controlam um terço do território e enfrentam o Governo com arsenais de guerra e mercenários com experiência na Ucrânia. A morte de um líder lançou o caos nas ruas.
Na primeira apresentação enquanto representante de Maduro, Pollack questionou a legalidade do sequestro pelas forças norte-americanas e argumentou que o líder venezuelano tem direito à imunidade enquanto chefe de um Estado soberano.
A Rússia fornecia armas à Venezuela em troca de petróleo e a China era a principal consumidora. Agora, com a invasão norte-americana, os rivais de Trump estão impedidos de acederam às maiores reservas petrolíferas do mundo.
Ex-presidente venezuelano foi esta segunda-feira presente a juiz, por acusações de narcoterrorismo e a segunda sessão ficou agendada para 17 de março. Caso seja considerado culpado poderá ter de enfrentar uma pena entre os 30 anos e a prisão perpétua.
Presidente da Venezuela e a primeira-dama foram "capturados" este sábado pelas forças norte-americanas.
O 'Hellas Afrodite', com bandeira maltesa, transportava uma carga de gasolina da Índia para a África do Sul quando foi intercetado.
Foram detidas sete pessoas e apreendidas quase seis toneladas de haxixe, nove armas de fogos, 580 mil euros, duas lanchas rápidas e seis embarcações.
Para este domingo está também prevista a libertação de vários ativistas espanhóis.
As Carlo, muito produzidas na Cisjordânia, começaram a ser mais utilizadas por gangues ábares e israelitas no início dos anos 2000.
Grupo, que era liderado através de uma prisão, contrata migrantes para os submeter à "servidão por dívida" e usa crianças de 10 anos, "treinadas para assassinatos", para executarem "pequenas tarefas".
Exército de Israel multiplica ações para a ocupação da Cisjordânia. SÁBADO acompanha saída de 50 famílias do campo de refugiados de Tulkarem antes da demolição das suas casas. São acusados, sem provas, de terem familiares membros da Jihad Islâmica e punidos por isso.
Para o primeiro-ministro israelita, as alegações divulgadas "são mentiras maliciosas destinadas a difamar as FDI, o Exército mais moral do mundo".
Sejamos lúcidos, e sem fazer favor nenhum, é um crime assistir impávido e sereno na bancada e de braços totalmente cruzados, à realidade interna de Gaza e arredores: ditadores a usar e abusar do poder exclusivamente para proveito próprio.
Tinha acabado de entrar na Faculdade de Direito de Lisboa, e corria o chamado “Processo Revolucionário em curso”. Testemunhei o 25 de Novembro, a cada minuto, na rua e nos transportes públicos.